Novos fatos vão surgindo, revelando operações complicadas da Afeam nos últimos meses

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barros afeam
Alguns fatos estranhíssimos têm ocorrido na Agência de Fomento do Amazonas nos últimos 15 meses, desde que Pedro Falabella deixou sua direção. Além das aplicações financeiras – uma delas, mostrada ontem neste espaço, teria gerado um prejuízo milionário -, grandes operações, sem aparente retorno para o Estado, lançam sombras sobre a atual administração do órgão.
No próprio caso do BNY Mellon, há uma recomendação expressa do Banco Central recomendando às Agências de Fomento que concentrem suas aplicações financeiras em instituições  que se encontrem entre as 20 maiores do Brasil, o que não é o caso do banco, posicionado em colocação muito inferior à do Bradesco, onde os recursos estavam originalmente aplicados;
Como explicar ainda o investimento de R$ 17 milhões em outro Fundo, o FIP ENSEADA, comprando debentures da Gradiente, sem gerar nenhum emprego no estado do Amazonas, quando o BC indica a geração de empregos como fator preponderante para qualquer movimentação financeira das Agências de Fomento?

Há outras operações, que chegaram ao blog, indicando o apoio a empreendimentos tocados por empresas negativadas e participações societárias, convertidas em dívidas, que só deram certo para quem levou os recursos do FMPES e do FTI.

 

É bom ressaltar que esta agência, criada no segundo governo de Amazonino Mendes,  passou  mais de uma década sem escândalos, mas nesta gestão coleciona noticias estranhas, a partir da agressão ao servidor Raimundo Castro, dentro das instalações da agência, quando noticiou-se que ele estaria tirando cópias de documentos mais que comprometedores. Silenciaram-no afundando seu maxilar.
São fatos que vão descortinando uma situação quase insustentável, que o blog vai continuar apurando.
Por enquanto, continuamos no aguardo dos esclarecimentos.

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