Uma lei que obriga os estabelecimentos comerciais a cobrar pelas sacolas plásticas que fornecem para embalar as compras está causando grande revolta em Manaus. De autoria dos vereadores Glória Carrate (PL) e Professor Fransuá (PV), ela pretende incentivar a população a troca este tipo de embalagem por outras biodegradáveis, mas acaba gerando uma despesa extra em momento de grande desemprego. Por isso as reações, principalmente nas redes sociais, são intensas.
Carrate e Fransuá são dois dos principais apoiadores da proposta de construção do anexo 2 da Câmara Municipal de Manaus, o chamado “puxadinho”, que custaria R$ 32 milhões. Os dois compõem o núcleo duro de apoio ao presidente da Casa, David Reis (Avvante), o que está gerando ainda mais revolta.
Muitos internautas estão pedindo aos vereadores Amon Mandel (sem partido) e Rodrigo Guedes (PSC), que conseguiram derrubar o “puxadinho” na Justiça, que também entrem com projeto de resolução para derrubar a lei da sacola plástica, mas eles ainda não se manifestaram.
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Este post tem um comentário
Que vergonha a cúpula do puxadinho penalizar a população com este tipo de lei alegando proteger o meio ambiente, como pode 99% do esgoto do município de Manaus não ter tratamento?? É muita falta de capacitação técnica destes vereadores. Cadê o plantio de árvores em Manaus, cadê a política de reciclagem de lixo??? Porque Manaus tem uma lixeira que é proibido e não tem indústria de reciclagem que pode até produzir energia elétrica mais barata para a população.