A Polícia Civil do Amazonas afirma que um cabo da PM gerenciava uma casa de prostituição onde adolescentes de 15 e 17 anos eram exploradas sexualmente e mantidas em cárcere privado no bairro Petrópolis, zona sul de Manaus.
De acordo com a delegada Mayara Magna, o policial divulgava os atendimentos em aplicativos e sites, monitorava o imóvel por câmeras e recebia parte do valor pago pelos clientes. As vítimas teriam sido trazidas de Itacoatiara com promessas de emprego.
A investigação começou após denúncia sobre o desaparecimento de uma adolescente de 15 anos. Durante a operação, a polícia encontrou anotações com valores dos programas e identificou movimentações financeiras ligadas ao suspeito.
A Polícia Civil também trabalha para identificar os clientes que frequentavam o local.
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