Ceci n’est pas une chronique

Isto é um René Magritte fazendo a dancinha e debochando do Cenourão.

O cachimbo belga entortando a boca do extremista dono do VAR na América.

Todo dia, depois que o galo canta, a gente pega ele e joga na panela.

Seguindo firme no meu compromisso de evolução, depois da sessão de terapia, pra não destoar e nem usar a grosseria, mandei um extremista chato, tomar no símbolo químico do cobre.
Espero ter ajudado com essa minha empatia altruísta.

Lembrando, meu quiridu Alberto Chã Filho, nem adianta mais essa “gentileza”, tá quase todo mundo gostando, comendo com farinha.

Deus, o mundo e as capelas do fundo adorando tomar no cool.

É tipo o Jairo, ungido de Itaquera, trabalhador autônomo da noite paulistana.

Patriota vende picanha, mas gosta mesmo é de linguiça calabresa!

Dando ré no kibe, ele gosta é de salsichão.

Leandro, na sua posição preferida de ‘passiva’, degustador de linguiça crua, o dono do picanha do Bolsonaro, daquele açougue ungido de Ratanabá no Goiás, Deus, pátria, família e linguiça, gosta mesmo é de uma calabresa defumada com 22 centímetros.

Muito fetiche desses patriotas.
Todos eles são assim. Não escapa um.

Nunca foi pela picanha e nem sobre abóbora e sim pela linguiça.

A linguiça é a nova sensação do Frigorífico Goiás. A picanha premium, absolute Linguiça!

Um dedo do meio levantado do Lula com muita civilidades e bons modos para esses extremistas.

Surrealista meu caro, Magritte, é a cognição do bolsonarismo. Bebedores de detergentes são todos iguais.

A ignorância é a arma mais letal dessa gente, ela uni a corrupção ao charlatanismo religioso, e a educação de baixa qualidade.

Como dizia um antigo provérbio de Ratanabá, “fazer o número 2 é cagar. Fazer o 22 é cagar duas vezes.”
Papo reto nesse bagulho, irmão!

É tipo os “parnanguaras” colocando o marreco pra estudar. O patriota que acredita que o Flávio Bolsonaro vai lutar contra a corrupção ao lado de Waldemar da Costa Neto, Vorcaro, Cláudio Castro, Eduardo Cunha, Sóstenes e cia.

As voltas dão muita vida.
O Tiririca de laranja do Valdemar, correu pro Ceará!

Caro, Ismael Neves, o filme que queremos ver é o “Surubão com Flávio Bolsonaro”.

Depois dessa, acho que vou ali jogar pedra no Frei Fulgêncio, meter a “Bica” no litígio e despejar a portuguesa patriota, mas nunca esquecendo daquele sanduíche de pernil eternizado pela saudosa e quirida Dona Lurdes, meu ixtimado Ribamar Felix.

Sou mais Djedah, Célio Cruz, Zeca Torres e Neuber Uchôa do que Filho do Piseiro.
Pronto, falei! com um “Ploft” carinhoso aos 80 anos bem vividos do quiridu, Carlos Aguiar!

*Apenas um rapaz latino-americano sem dinheiro no banco.

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