A educação dos filhos

Educar os filhos tem se tornado uma tarefa cada vez mais desafiadora em nossos dias. Muitos lares, sejam ricos ou pobres, distanciados da presença de Deus, pouco têm a oferecer às suas crianças, pois vivem mergulhados na autossuficiência humana e afastados do Criador.

Nem mesmo amparados pelas leis humanas conseguem reagir. A Constituição Federal Brasileira, em seu artigo 205, declara: “A educação, direito de todos e dever do Estado e da família, será promovida e incentivada com a colaboração da sociedade, visando ao pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho.”

Entretanto, não podemos confundir ensino com educação: o ensino deve ter início no lar, enquanto a educação formal é papel da escola.
A cada dia, a mídia expõe casos de estupro, violência física e sexual, e até mortes de crianças, muitas vezes vitimadas dentro do próprio lar — espaço que deveria ser um porto seguro de amor, moralidade e esperança.

Jesus advertiu: “Vede, não desprezeis a qualquer destes pequeninos; porque eu vos afirmo que os seus anjos nos céus veem incessantemente a face de meu Pai celeste.” Mateus 18:10.

Por falta de temor a Deus, muitas famílias já nascem sob influência do mal. O que pode aprender uma criança criada por pais entregues ao alcoolismo, drogas, violência e perversidade? Não é de se estranhar que muitas se tornem órfãs de pais vivos, abandonadas dentro de casa. Será que esses escarnecedores não percebem a gravidade de seus atos e que um dia terão de prestar contas ao Criador?

A Bíblia relata que, certa vez, os discípulos discutiam sobre quem seria o maior no Reino de Deus. Então, Jesus tomou uma criança nos braços e declarou: “Eu lhes asseguro que, a não ser que vocês se convertam e se tornem como crianças, jamais entrarão no Reino dos céus.” Mateus 18:3.

Assim, a Palavra nos traz uma constituição vinda do alto: “Pais, não irritem seus filhos; antes criem-nos segundo a instrução e o conselho do Senhor.” Efésios 6:4.

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