Em seu segundo depoimento na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Saúde, ontem, o ex-secretário de Estado de Saúde, Rodrigo Tobias, afirmou que o Instituto Nacional de Desenvolvimento Social e Humano (INDSH), Organização Social (OS) que gerencia o Hospital e Pronto Socorro Delphina Aziz, não cumpriu as metas descritas no contrato de gestão.
Ele admitiu que o INDSH não ofertou a totalidade dos serviços no Delphina e reconheceu que houve falhas na fiscalização por parte da Susam. E compartilhou a culpa com a cúpula do Governo do Estado.
Tobias também admitiu que assinou o termo aditivo de quase R$ 17 milhões, que incluía uma cláusula descartando o plano de metas da OS.
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