Professores da rede estadual de ensino já pararam as atividades em alguns municípios, como Parintins, e hoje voltaram a fazer manifestações em várias regiões de Manaus, mesmo debaixo de chuva. Eles não aceitam a proposta do Governo, de cumprir apenas a data-base de 2017 e querem de volta o plano de saúde, que foi cancelado por falta de pagamento do Estado à operadora Hapvida.
Ontem o governador Amazonino Mendes (PDT) reuniu-se com dirigentes do Sindicato dos Trabalhadores em Educação, cuja atuação vem sendo muito questionada pelos servidores nos últimos anos. Eles preferem seguir, neste momento, as diretrizes do Sindicato dos Professores e Pedagogos de Manaus, originado da Associação dos Professores de Manaus, a Asprom – hoje Asprom Sindical.
Os professores querem 35% de reposição salarial, alegando que o Estado não cumpriu a data-base desde 2014. E ficaram especialmente irritados quando vários deles tiveram consultas e procedimentos médicos suspensos, anteontem, porque a cooperativa Hapvida suspendeu o atendimento em função da falta de pagamento.
Amazonino terá dificuldades se não chamar a Asprom Sindical para negociar diretamente.
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