No Kings (Feirão Limpa Nome)

Flávio rachadinha, o filho mais corrupto de Jair Bolsonaro, já foi dublê do Willy Wonka, hoje quer ser governador ou capataz de colônia.

Golpista, entreguista, lacaio, sabujo, traidor, marionete, vassalo do Trump, assim é a qualificação de Flávio Bolsonaro, pra ficar bem entendido, principalmente no seu discurso durante conferência da extrema-direita.

Com esse capitão do mato dirigindo uma capitania hereditária gospel bolsonarista, fica mais fácil para os EUA adquirir terras raras por aqui.

Robert De Niro sim sabe que caminho se conhece andando, dando porretada no lombo de fascistas.

Dia sem reis e sem tiranos, viva a democracia!

Fora Trump, Eduardo bananinha e Flávio rachadinha!

A ignorância disfarçada de orgulho dessa gente.

É mô quiridu, a música não está nas notas, mas no silêncio entre elas, Mozart já nos alertava sobre isso, Célio Cruz, que celebrou a vida na semana passada também entende desse riscado, como ‘Interestelar’.

É tipo ‘opala no desmonte’ entreguista, entregando o cool pro Alcolumbre fazer o beijo grego no Amapá, ou a orientação política de Rueda, o pau de virar lixo do Bivar.

O mundo é um moinho mesmo, qualquer dia desse ele destrói teus sonhos tão mesquinhos, reduzindo as ilusões à pó, meu caro Aécio.

Nessa lógica da insônia e do cancelamento, como diria Elize Matsunaga; “começou com gracinha, já corta”.

Quando falavam em filho do homem não era o Lulinha era o filho do ministro bolsonarista do STF, Nunes Marques, quiridu,
Bico da longarina amassada,
a noite esse ixtepô calça a sandália de vêrniz dourado e começa a morder a fronha.

Com o mocacim do Trump,
essa paixão desvairada dos bolsonaristas patriotas pelo facho, lembra muito aquele episódio das mulheres que mandavam cartinhas para o maniaco do parque.

Essa turma perdeu a consciência.

Depois dessa marofa, na maior larica por cá, amanhã eu paro…. de comprar seda ruim!

No mundo da cruzetolândia baré e nesse feirão limpa nome, Josivaldo perdoou Carlinhos, que perdoou Olavo, mas o único que não foi perdoado foi Eduardinho.

Falando em Olavo, o Olavâo tá calado, nunca mais apareceu nem mesmo pra chupar o cool de Caetano como tinha prometido.
O filólogo bolsonarista continua sentado no colo do capeta, fumando um cigarro por lá.

É o feirão limpa nome. Quem vai querer comprar banana?!

*Apenas um rapaz latino-americano sem dinheiro no banco.

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