Morte de psicólogo em Manaus choca pela crueldade, com suspeita até de homofobia

O corpo do psicólogo Manoel Guedes Brandão Neto, de 42 anos, foi encontrado na manhã desta segunda-feira (21), atrás da antiga penitenciária Raimundo Vidal Pessoa, no Centro de Manaus. Ele apresentava sinais de violência física e sexual e a família indicou que foram levados o celular dele, um Iphone, os sapatos e o relógio, que já caracteriza o crime como um latrocínio – roubo seguido de morte -, mas a Polícia também trabalha com a hipótese de homofobia.

Neto que era admnistrador da página Nação Amazonas no Facebook e morava desde o nascimento no Centro de Manaus. Ele era psicólogo, estudante de farmácia e atuava como estagiário no Hospital Santa Júlia. Segundo os policiais da 1ª Companhia Interativa Comunitária (Cicom), havia saído de casa na noite de sábado (19) para participar de um evento e não voltou. Preocupados, parentes começaram a procurá-lo no domingo e acionaram a polícia.

Na manhã desta segunda, um morador em situação de rua localizou o corpo da vítima e relatou o caso a populares, que acionaram as autoridades. Manoel estava vestido com camisa e calça jeans, mas sem os sapatos, relógio e celular — o que reforça a suspeita de latrocínio (roubo seguido de morte). Suas calças estavam arriadas e havia sinais de estupro.

A polícia ainda não confirmou oficialmente a causa da morte, mas a principal linha de investigação é de que Manoel tenha sido atacado durante a madrugada por criminosos que o abordaram na região central da cidade. O Instituto Médico Legal (IML) realizou a remoção do corpo, e o caso será apurado pela Polícia Civil do Amazonas.

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