A parábola do rico insensato contada por Jesus no livro de Lucas (12:13-20) narra o apego de um homem aos bens materiais. Em vez de amar as pessoas, o insensato usa as pessoas e idolatra os bens materiais.
Mansões avaliadas em milhões de dólares, carros de última geração, além de outras preciosidades que o dinheiro pode proporcionar compõem o “mimo” destes tais que “topam tudo por dinheiro” porque entendem que a vida é breve.
“Mas Deus lhe disse: Louco! esta noite te pedirão a tua alma; e o que tens preparado, para quem será?” Lucas 12:20
Sabemos que a preocupação exacerbada com os bens materiais só trazem males para a alma. Medo de que alguém os roube, ou de ser enganado pela própria família. E por aí vai se observando o grau da idolatria. Tudo pela ganância ao vil metal!!
“Não acumuleis para vós outros tesouros sobre a terra, onde a traça e a ferrugem corroem e onde ladrões escavam e roubam; mas ajuntai para vós outros tesouros no céu, onde traça nem ferrugem corrói, e onde ladrões não escavam, nem roubam; porque, onde está o teu tesouro, aí estará também o teu coração.” Mateus 6:19-20
Amar a Deus e ao próximo, são os princípios de uma vida renascida em Jesus Cristo. Não ajuntar tesouros aqui, não significa dizer que você não precisa mais trabalhar e se esforçar pelo seu sustento diário. Trabalhemos sim, mas não esqueçamos que a nossa prioridade deve ser o céu!
Já pensou aonde vai passar a eternidade?
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