O general de divisão Eduardo Pazuello deve ser confirmado a qualquer momento como novo ministro da Saúde. Ele é o atual número 2 na pasta, posto que assumiu em abril, a convite do presidente Jair Bolsonaro (sem partido). Até então era comandante da 12ª Região Militar, em Manaus. Antes disso atuou no Comando de Guerra na Selva (CIGS). E comandou também a Operação Acolhida, em Roraima, quando se deu a migração em massa de venezuelanos.
Segundo os principais veículos da mídia nacional, o general já aceitou a função, para a qual teria sido convidado ontem pelo presidente, depois que começou a especulação sobre a saída do ministro Nelson Teich, concretizada hoje, depois de encontro com Bolsonaro no Palácio do Planalto.
Pazuello é considerado dentro do Exército como um “resolvedor de problemas”, alguém que está sempre pronto a assumir tarefas que ninguém quer. Especialista em logística, formado pela Academia Militar das Agulhas Negras, na turma de 1984, ele tem em comum com o presidente, além da própria formação na principal escola da força terrestre, a formação como paraquedista.
Para o Amazonas, não deixa de ser uma boa notícia, porque Pazuello conhece bem a realidade da região e acompanhou o início da evolução da pandemia no Estado.
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