E aí patriotas, gostaram? Comida sem glúten e banheiro sem porta. Não gostou? Faz um pix de reclamação e protesto, que irei avaliar.
José Carlos Araújo, sou eu… Gente que se liga na gente. Diga aí, Apolinio!!!
Garotinho, pra você que não é o nutella da Eduardo Ribeiro e não é bestinha nem nada, vai um “furo”, direto do Paracuúba.
Pra você e para o Hiel ex-Agecom, onde a informação é sempre checada e sempre precisa, num giro de notícias, mas, as vezes no Podcast/Seo Colega direto dos estúdios Ana Cássia Hotel, derrapa e cai de Caloi. Algumas vezes pode mais, em outras pode menos na nota de rodapé, e até jogando basquete nos jogos da FAUDE pela seleção do ICHL.
Pois é…o “furo” dessa resenha é que o Biruliro, o vomitável, capitão calça frouxa, que fugiu para Flórida ficando mais perto do seu irmão gêmeo, o Pateta, tem um legado invejável: servidor público privatista, cristão armamentista, patriota entreguista, supremacista pardo, pobre de direita, médico místico, cientista obscurantista, capitalista sem capital e gay conservador.
Da mesma forma é George Santos. Por fora: bela viola, por dentro: pão bolorento. O Kitara Ravache, deputado republicano 171, o mentiroso Pinóquio, de colocar inveja a Guilhermo Del Toro, mente tanto quanto os seus ídolos.
Em 15 anos, foi de drag queen golpista em Niterói à deputado republicano nos EUA. O parlamentar, filho de brasileiro, é ultraconservador, amante de Trump e fã de Bolsonaro, alinhado ideologicamente às figuras de extrema direita.
Mudanças todo mundo quer, meu caro Garotinho, mas pagar o frete que é bom, é uma dificuldade!
O melhor mesmo é viver off-line, Apolinio. Anos sabáticos são libertadores, meu caro. Como falavam os Titãs: “O mundo é bão, Sebastião”.
O país ficou muito esquisito de uns tempos pra cá.
Existia um juiz de Nárnia que não respeitava a Constituição e as leis do país, mesmo assim virou herói nacional. Agora, um ministro do Supremo que cumpre as leis e a Constituição está virando herói, só por fazer seu dever. Pode isso, Garotinho?
Dizem que o juiz de Nárnia(o capiau) vai ser o Tiririca do senado na próxima legislatura, colega e parça de Plínio Valério, aquele senador apagadinho de Eiru Nepal, que passa pano para as ONG’s evangélicas da Damaris (Jurupari). É aquele que andava na proa de uma canoa no beiradão numa ação de Marketing.
Garotinho, não sei o que tá acontecendo comigo, nesse contexto atual onde ”o pulso ainda pulsa, de peste bubônica, câncer, pneumonia, raiva, rubéola, tuberculose e anemia, rancor, cisticercose, caxumba, difteria, encefalite, faringite, gripe e leucemia”, tudo muito complicado.
Com tudo isso, tem certos dias que me sinto com vontade de pegar uma corda, ir para o quintal, amarrar uma rede e tomar uma água de coco.
Pode isso, meu caro Manoel Galvão? ou só Freud explica?!
Só relembrando que o banheiro é a igreja de todos os bêbados.
Eu sobrevivi me embriagando de Biotônico Fontoura, comendo AS e Melhoral Infantil, como se fosse jujuba, e ainda tinha que suportar óleo de fígado de bacalhau. Me sinto imortal!!
Nesse bloco de notas de vibe retrô, já que Americanas faliu e tá fazendo um tutorial de como dá o golpe, vou aproveitar as promoções da black fraude num oferecimento de Souza Arnoud, Mesbla, Credilar, S.Monteiro e Jambo, garantindo o segredo da fonte e da máquina remarcadora de preços, para o mercado parar de ficar nervoso.
Depois disso, acho que nem vou conseguir fazer minha caminhada matinal amanhã, no passeio do Mindu.
Para celebrar, nesse final de semana depois do Melhoral, vou enfiar o pé na jaca e convidar os parças: Gaia, Josivaldo, Sávio, Sandro Baçal, George Tasso, Socorrinha, Adenilton Pinto, Maciel, Júlio Salas, Selma e João Paulo.
Vamos fazer um tour etílico atemporal pelos bares: Caldeira, Cipriano, Gálvez, Consciente, Paulo’s, Chefão, Barbicure, Talvez, Armando, 5 Estrelas, Amarelinho e Bar do Carvalho. Devemos parar às 4 da madruga, já sem penseira, no sopão do professor na Constantino.
Se ainda me sobrar fígado e tempo, vou fumar o meu caxiri digital e analógico, dando um rolê na Starship Discoteca, depois vou no Bancrévea, Spectron, Cheik Club, The Tiger, Boate dos Ingleses, Crocodilo’s e Nostalgia. E que nostalgia, meu caro Apolinio?! Já que não tenho posses e dotes para entrar no Cabaré Chinelo, talvez no máximo dormirei o sono dos lisos no Itamaracá!!!
Vou ali no beiradão ticar um pacú dos graúdos que pesquei no banzeiro do Igapó.
*Apenas um rapaz latino americano sem dinheiro no banco.
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