Depois de morte na Manaus Moderna, Dallas ataca: “Autoridades estão sendo omissas”

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O presidente da Comissão de Transporte da Assembleia Legislativa, deputado Wanderley Dallas (PMDB), recebeu hoje denúncias do descaso do qual vêm sendo vítimas as pessoas que utilizam o porto da “Manaus Moderna”, depois de mais um acidente ocorrido no local. “É difícil  entender que uma metrópole com mais de dois milhões de habitantes, cuja principal via de transporte regional é fluvial, não tenha estrutura para receber nem barcos, nem passageiros, nem cargas”, lamentou o deputado.

Na segunda-feira (01) mais um fato lamentável ocorreu, no porto da Manaus moderna, “que nem porto deveria ser e que de moderno só tem o nome mesmo”. Uma senhora de 44 anos caiu da rampa de acesso à balsa verde, ponto de saída de várias embarcações para o interior do estado, e acabou falecendo no local.

“Desde 2011, quando o Dnit assumiu a autoridade portuária do Porto Organizado de Manaus, o governo estadual vem se esquivando da responsabilidade. Em 2013, com a aprovação da nova Lei dos Portos, essas áreas passaram a ser de responsabilidade da Secretaria Especial de Portos (SEP), criada pelo governo Federal. O novo órgão delegou a autoridade portuária à Companhia de Docas do Maranhão (Codomar) Hoje, o que existe é um convênio entre a SEP e o Dnit porque a primeira não tem estrutura física nem técnica de tocar os projetos”, explica o deputado.

“Já era para termos um novo porto, mas, segundo a denúncia feita pelo arquiteto João Bosco Chamma, o que existe é uma Certidão de Informação  Técnica (CIT), que não significa autorização final para a construção. O documento fornecido pelo Instituto Municipal de Planejamento Urbano (Implurb) não autoriza a execução da obra. Só diz que é permissível. Ou seja, o Governo do Estado e a prefeitura estão enganando o povo querendo culpar o governo federal pela não construção do novo porto”, atacou.

Dallas acha um absurdo o que vem acontecendo no porto da Manaus Moderna todos esses anos. Recentemente ele esteve no local do incidente e constatou a realidade que os usuários são submetidos para usar o maior meio de transporte do Estado. “Por que para revitalizar as ruas no entorno do mercado municipal tem verba e tem interesse, mas para realizar obras que realmente proporcionarão benefícios à população do Amazonas não há interesse nem do prefeito de Manaus e muito menos do governador José Melo, que tratam os usuários do transporte aquaviários com total descaso e de maneira irresponsável?”, questionou. Ate quando vamos ter que conviver com esse desrespeito? Quantas pessoas precisarão morrer na “Manaus moderna” ?

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