Dallas: “Dermilson cospe no prato em que comeu. Nunca foi perseguido e desobedeceu o PDT”

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O deputado Wanderley Dallas, que é filiado ao PMDB, saiu ontem em defesa do ex-governador Amazonino Mendes e do presidente regional do PDT, Stones Machado, atacados pelo deputado Dermilson Chagas, que se diz discriminado no partido e anuncia sua saída da legenda. “Na verdade ele está arrumando desculpas para desembarcar de vez no grupo comandado pelo governador José Melo”, diz o peemedebista.

“Tudo o que o Dermilson está dizendo não faz sentido. Eu fiz campanha na mesma produtora que ele. Cruzei várias vezes com o Stones na sala da produção e vi quando ele determinava a aparição dos candidatos no horário eleitoral, citando o atual deputado. Não houve discriminação. Quem traiu foi ele. Desobedeceu a orientação do partido e não apoiou o candidato a governador da sigla, muito menos o candidato ao Senado e pior ainda: fez campanha junto com o deputado Silas Câmara”, afirma Dallas.

“O Dermilson fala que o Amazonino significa o atraso. E o Melo, a quem ele bajula? Há pior atraso do que este governo que vem desgraçando o Amazonas? O ex-governador pelo menos realizou muito e teve a coragem de criar a Universidade do Estado, que por si só já poderia ser considerado um grande feito. E o grupo que o deputado apóia? Fez o que até agora? Nada, absolutamente nada. E o Silas, seu parceiro de todas as horas, é um político moderno, de ideias novas?”, questiona Dallas.

Para o peemedebista, Dermilson “cospe no prato em que comeu” e só se elegeu deputado “porque usou, de frma descarada, a estrutura da Delegacia Regional do Trabalho, cargo aonde só chegou por obra e graça do PDT”.

“Eu me revolto quando vejo estes reacionários querendo posar de modernos. O Dermilson não me engana. O Marcelo Ramos também não. Vive criticando o ministro Eduardo Braga, mas não perder a chance de estar com ele quando a oportunidade aparece. Agora ataca o Artur, mas no início do ano não saía do lado dele. E finge ser de oposição, mas está colado no senador Omar Aziz. Que brincadeira é essa? Falta de coerência pouca é bobagem”, completa.

 

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