O pedido do Ministério Público Eleitoral que tentava impugnar a candidatura à reeleição do presidente da Assembleia Legislativa do Amazonas, Adjuto Afonso (União Brasil) foi julgado improcedente, por unanimidade, na sessão desta quarta-feira (26/8) do Tribunal Regional Eleitoral do Amazonas (TRE-AM). Com a decisão, o deputado permanece candidato nas eleições de 2026.
O Ministério Público Eleitoral pediu à Justiça Eleitoral a impugnação do registro de candidatura dele baseado em uma condenação definitiva por doação eleitoral acima do limite permitido pela legislação. A ação tramita no Tribunal Regional Eleitoral do Amazonas (TRE-AM).
Nas eleições de 2020, Adjuto Afonso doou R$ 75 mil para a campanha do filho Diego Afonso (União Brasil), então candidato a vereador de Manaus. Segundo a Justiça Eleitoral, o parlamentar poderia ter doado até R$ 57.306, valor correspondente a 10% dos rendimentos brutos declarados por ele no ano anterior à eleição.
A doação, portanto, ultrapassou o limite legal em R$ 17.694. Por causa da irregularidade, Adjuto Afonso foi condenado ao pagamento de multa de R$ 10,5 mil.
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