“És um senhor tão bonito
Como a cara do meu filho
Tempo, tempo, tempo, tempo
Entro num acordo contigo[…]”
Nessa fatia atemporal, é bom contextualizar, o tempo não se embrulha e nem se pede pra viagem. A vida é um prato que se come quente.
E aí, fora do story tá tudo bem?
Na última quinta-feira de Corpus Christi, respeitando o feriado religioso e a tradição dos tapetes, o filme mais assistido foi “Calígula, o império da orgia”.
Muito esquisito os tempos atuais, onde o Diabo veste Shein, comprado no Shopping D e Shopping Bate-Palma. O Prada ficou para trás faz tempo, desde quando tiraram a taxa das blusinhas.
Ficou melhor quiridu!
É bom sempre reafirmar que o Pix é nosso e o Zelles é deles. Aliás, para salvar o Pix do Zelles precisamos fazer o L!
Depois do batizado gospel na piscina do Gugu e jogando a rolha no Ed Motta, por ter se recusado pagar a taxa de rolha do detergente Ypê, o filme com 134 milhões de poses queimou.
O Pangaré das Trevas é uma película da pornochanchada no erotismo gospel bolsonarista.
Nessa discussão sobre a sétima arte, como eu sei que cachorro mordido por cobra tem medo até de linguiça, aprendi que não devemos discutir com gente burra, elas têm anos de experiência e treinaram a vida toda pra isso, você pode até estar certo, mas vai sair com dor de cabeça, então economize sua energia e use para algo mais útil.
Em dia assim, de batalhas espirituais do Miguel na quinta série, a dica é achar um bom lugar pra ler um livro e unir o ‘útero’ ao agradável.
Uma boa contribuição aos bebedores de detergente é: estude para não falar mal do Bolsa Família sem nenhum fundamento.
Esse pessoal é o mesmo que votou no Collor, vocês lembram?
Quando a ressaca é classificada como doença, a melhor saída é participar da procissão do Raul Seixas em São Thomé das Letras.
“Zebu morreu, ele se fudeu, cogumelo é meu.”
São Thomé nunca me decepcionou.
Aquela frase faz muito sentido: você não está triste, só precisa viajar para São Thomé das Letras.
Ô seu boca mole, tome conta do seu quadrado para evitar que o seu redondo fique à mostra.
Eu, gato escaldado, sabedor disso, sei que, metade de mim é lei, doutrina e jurisprudência, a outra metade é divergência.
Nesse Hino de Duran, se tu falas muito palavras sutis, vai saber que metade de mim é também, trânsito em julgado e a outra metade é conceito jurídico indeterminado.
Tipo ‘Tereco e Mariola’, no quiosque extremista onde a placa avisa: temos queijos, frios, fatiados e latrocínios.
Habitué dessa birosca bolsonarista, o governador Little Jorge, o pequeno, gosta de uma linguiça Blumenau, principalmente daquela com gordura de sobra.
“Não mexam com a nossa linguiça.”
Eu sei que em dia de chuva não se conserta telhado, se busca abrigo, no fundo do meu poço tinha uma mola, quiridu!
Esse artigo, com o jeito Sancho de ser, não é direcionado a ninguém, mas se o sapatinho serviu, calce, minha ixtimadinha Cinderela!
Sem informações o silêncio protege o agressor.
Já que o implante capilar de Fabrício Bruno não me permite cabecear a bola, pra evitar a queda de cabelo nesse estresse da calvice extremista, eu vou é participar daquela Vivência Ancestral de Kerbynho no Kanamazônia com o povo Kokama em Coari, fazer uma oficina na Escola Musical da Floresta, contemplando o pôr do sol do Guarabira e ligado no ‘EM ALTA’ do Antena 1 e Rede Onda Digital.
Coma seu cuscuz e se faça de doido, ô mô quiridu!
Autismo não é doença.
O Autismo é uma forma de neurodivergência. Um modo único de ser, sentir e perceber o mundo, tá ligado!
*Apenas um rapaz latino-americano sem dinheiro no banco.
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Este post tem um comentário
coisa boa e ker e entra nos encontros da floresta da vida