Advogado assume PMN e diz que partido estava inadimplente no Amazonas

O PMN desde maio de 2019 estava com o diretório regional desativado no Amazonas por inadimplência em suas prestações de contas. É o que garante o advogado Marcelo Amil, que, em convenção realizada no dia 28 de julho em São Paulo, assumiu a presidência Regional do partido, com a missão de reorganizá-lo e conduzir de volta às suas origens.

“O PMN nasceu no campo das lutas sociais, defendendo a soberania brasileira e os valores de unidade e mobilização. É mobilizando que vamos criar laços de união e trabalho e seremos maiores e mais fortes”, diz Marcelo Amil.

“O Brasil vive um momento em que as forças políticas não podem se permitir ficar em cima do muro. Temos o dever histórico de escolher um lado, sem nos deixarmos levar pelos extremos. Vamos implantar uma nova filosofia partidária. Um partido com base doutrinária e um programa voltado para as classes menos favorecidas, excluídas e discriminadas da sociedade sem, contudo, esquecer as demandas de toda a sociedade”, acrescenta o advogado.

“Neste sentido, a primeira medida é buscar novas pessoas, pensamentos progressistas, promover o debate em busca de pontos comuns e apontar caminhos para o desenvolvimento e a eliminação das grandes distâncias entre os detentores do poder e o povo”, discursa.

Todo o projeto do novo PMN passa necessariamente pela eleição municipal de 2020, como forma de fortalecer as bases do Partido em todo Amazonas. “Faremos tudo para lançarmos candidatos próprios a prefeito e vereadores em todas as cidades do Estado, principalmente na capital, Manaus”, garante Amil.

Ele já vinha em rota de colisão com o vereador Chico Preto há algum tempo. Há duas semanas, o parlamentar anunciou que estava saindo da legenda para se alinhar à direita, como defensor do Governo Jair Bolsonaro (PSL).

O PMN se alinha mais à esquerda.

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