Você não é o presidente do mundo, Cenourão!

O ‘tarifaço’ de Trump não atingiu o Brasil porque Bolsonaro pediu. O Mito mandou até mensagem via boné; yes, nós temos bananinha again!

Bolsonaro, depois do seu ‘veneno’ de 28 anos na Papuda, deveria ser colocado no formol, para as futuras gerações o conhecerem, no MUBUH (Museu da Burrice Histórica).

Os estudantes de veterinária deveriam se dedicar as pesquisas pra saber da onde surgiu esse ser abjeto, animal pré-histórico.

“O sorvete morango é vermelho.
Uma rosa e um sorvete na mão
Juliana seu sonho, uma ilusão(…)”

Sonho americano já era, com o Cenourão.

Colonizado pela estupidez e mercantilizando as necessidades humanas, na América é assim; andou da prancha, cuidado que o ICE vai te pegar.

Trump é a representação mais perfeita da derrocada do império americano. Suas medidas sinalizam a agonia e o desespero de um sistema apodrecido.

Vontade de fazer um cafuné na cabeça de um fascista desse, com uma marreta, claro.

Muito calor por aqui nesse ‘estágio de ambientação’, o que me faz concluir que não irei sobreviver no inferno, logo, preciso mudar, minha quirida Pity.

Preciso ser mais altruísta, ter empatia, senão não consigo garantir o meu lugar no céu.
Tudo por interesses, pra não queimar nesse fogo de labareda do inferno.

Com o maçarico ligado, o caos climático está estabelecido.
Alternando entre o alagamento e o calor extremo, assim é na Terra da Garoa e na maioria das capitais, colocando a extrema-direita na contramão com seu negacionismo climático.

Sensação térmica oscilando de 50 a 70 graus em algumas regiões, o “bafão” deixou cidades como São Paulo, Porto Alegre, Florianópolis, Campo Grande e Rio de Janeiro com temperaturas elevadíssimas.

Se tá assim agora, imagina ‘quando o segundo sol chegar para realinha a órbita dos planetas’. Aí Tamu tudo fudido, mermo.
Acho que Nando Reis sabe de alguma coisa e contou só pra Cássia Eller.

Pra se refrescar, o bom é trabalhar no JOB. Isso é ‘meritocracia’, muito melhor do que trabalhar no corre!

Vou é organizar um churras.
Falando nisso, no churrasco do quiosque da Zenaide a carne mais pedida é a carne mijada.

O evento lá é para Inaugurar a pedra fundamental do Sinnapropu (Sindicato Nacional dos Provadores de Quengas – o popular Sindiraparigas) com direito a menu degustação e ofurô para se refrescar nesse calor do verão.

O jeito que tem é fazer uma fezinha, vai que cai na minha rede de pesca a Mirthes Bisnarguinha.

Mas, esclarecendo para os desentendedores, cabaré é lugar para salgar o toucinho e não pra mexer em celular.
Salgar o toucinho para transformar em torresmo, quiridu.

Tem uns que não gostam de bacon, fazer o quê!
Outros, preferem a internet do que mulher.
Todo bordel tem Wi-Fi, cabaré não, não confunda!

Um amigo me perguntou, como se eu fosse especialista no assunto; Sancho, cabaré pode ser on-line ou é só presencial, mesmo?

A única coisa que eu sei, além de coisar, é que nesses contos de phoda, a Cinderela e a Branca de Neve são as guerreiras da casa de diversão. Com elas, não tem esse negócio de pagar michê no Arouche de madrugada não, e nem cafetina atrapalhando negócio.

Zenaide mandou avisar ao povo do gueto que cortina não é toalha de banheiro não.

Cabaré é a ‘casa de todas as casas’ é uma Santa Casa, quiridu, a Santa Casa de Misericórdia.

De zona em zona, sou mais Zenaide, Luzia Gorda e Lourdes Barreto do que Isa Marcondes.
Isa é da zona extremista e da lupenagem de Bolsonaro, patriota a serviço da família tradicional. Muito FDP pro meu gosto.

Na filosofia da maniçoba é assim: se a vida te fez feia, vai lá e seja gostosa, quirida.
Vômito de cavalo é a PQP!

Olha a graça do Firmino.
Perdeu o jogo, perdeu o dente!
Você conhece o Cleiton, Barboza?

Ô Cenourão Facho, ô Natanael Nazi, a PALESTINA não está à venda!

*Apenas um rapaz latino-americano sem dinheiro no banco.

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