Virando a tapioca

NÃO AO REGIME COLONIAL!

Palestina Libre!

Tem que saber virar a tapioca e fazer o tucupi com jambu, espremendo o tipiti e ralando a mandioca, maninho. Tá ligado!!

Em tempo de harmonização facial, cílios de toldo, unhas de Wolverine e dentes de partilhas, o popular “tapa no visual”, é tipo “as perucas dos senhores senadores” e a sobrancelha Adidas de Marcos Feliciano, com a manguaça de Magno Malte.

Essa turma que consegue ler só até a página dois do segundo caderno, não consegue gourmetizar a alma, que continua turva e nebulosa.

É muito banheiro unissex, usado nos acampamentos golpistas e no avião da FAB na volta de Israel pelos patriotas.

Nesse Tratado da Prudência, a exemplo do que disse São Tomás de Aquino, as pessoas sofreram desastrosas transformações semânticas com o passar do tempo, uma cautela um tanto quanto oportunista, ambígua e egoísta. É a “reta razão aplicada ao agir”.

A “prudentia” precisa ser necessariamente corajosa, inteligente e justa, então: “privatiza que melhora!

Em dia de greve, ‘Esmeralda’ entrou em pane. A linha 9 privatizada do metrô de São Paulo pifou e a estação Osasco, também privatizada, desabou o teto em cima da popularidade do republicano bolsonarista de plantão.

Só pra pontuar, os metrôs das principais metrópoles do mundo não são privatizados, quem cuida é o estado.

Nova York, Londres, Paris, Xangai, Moscou, Berlim, Madri, Barcelona, Pequim, Amsterdã, Munique, Bruxelas, Istambul, todos são estatais.

Regra número um, seu Tarcísio patriota entreguista: metrô pode até dar prejuízo, mas é serviço público essencial. Áreas estratégicas não podem ser entregues ao grande capital. Abastecimento de água e transporte público são essenciais. Privatizar, nunca!

E, para corrigir as asneiras ditas em coletiva: toda greve é política, sim, senhor, seu aprendiz de mequetrefe! Assim como a privatização que você defende, também é política.

A vida é assim mesmo, de mequetrefe em mequetrefe, de capadócio em capadócio, sempre tirando e bebendo leite de jegue siberiano, tomando capuccino na cafeteira indiana e temperando com leite do talo do mamão.

Nesse primeiro Urubunucu, o Luau do mato do arteiro Guilherme Salomão, foi tipo Área 51 em Nevada, é muito “feitiço” e fumacê na mata, com o Bob Patriota.

Enquanto isso, flopando em BH com Bolsonaro no poder e “pegando a metade do condomínio”, no reinado de Carlota Joaquina, mais um menino abandonou o azul e passou a vestir rosa também.

De firma reconhecida, papel passado e lavrado em cartório, com direito a testemunha, tabelião, escrivão e tudo.

Em Ratanabá é assim, tem que ser impresso e auditável mesmo, nesse Orgulho do LGBTQIE+ dos patriotas.

Tia Lídia Damares distribuiu as senhas e o zero 4 vestindo pink, passou na frente, estudou na cartilha e recebeu o kit gay primeiro que todos, deixando Carlota Joaquina enciumada. Renanzinho queimou a rosca e a largada sem nenhum constrangimento gospel.

Agora inventaram o registro de namoro em cartório, talvez para mais tarde requisitar a pensão.

Pra quem tinha o benefício da dúvida, assim como o pai imbroxável, e só acreditava em impresso e auditável, e dizia homofobicamente: “prefiro um filho morto a Gay”, agora o cartório resolveu a parada. Tem é dois, a noivinha do Aristides, Léo Dias e Léo Índio que os digam. É isso mesmo, produção?

É namoro impresso e auditável passado em cartório nesse chão de giz, mô quiridu.

Você pode até escapar do show do Roberto Carlos no final do ano, mas de Léo Dias e de seu site de fofocas, não escapa!

Depois, ainda falam mal do Lula que ia criar o Ministério do Namoro e fez estelionato. Renan, “o pegador do condomínio”, não pode reclamar, desmente essa injúria de papel passado e tudo, porém ainda coloca a culpa no PT e no Lula por ter saído do armário!

Mas, entretanto, todavia, deu ruim pro zero 4, pois a Comissão de Previdência, Adolescência e Família da Câmara aprovou recentemente a proibição do casamento homoafetivo.

“Um tanto quanto másculo
M com M maiúsculo
Vejam só os meus músculos
Que com amor cultivei
Minha pistola é de plástico
Em formato cilíndrico
Sempre me chamam de cínico
Mas o porquê eu não sei”

É muito batcu “infiltrado” no Ministério da Saúde, deixado por Bolsonaro como cavalo de Tróia. Pode isso tia Nísia?

*Apenas um rapaz latino-americano sem dinheiro no banco

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