Uma visagem chamada reforma política 

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Eleições ocorrem no Brasil a cada dois anos portando, já deveríamos estar acostumados a tudo o que está relacionado com esse processo.

Entretanto, cada eleição é uma eleição diferente, porquanto encarna personagens, momentos, legislação e fatos e novos.
Penso que 2022 com eleições quase gerais, tirando aí eleições para prefeitos e vereadores, nosso país estará diante de um dos mais concorridos, intrincados e conflituosos processos eleitorais desde a Proclamação da República.
Mais uma vez, a reforma mais necessária não aconteceu e nunca irá acontecer, se ela depender dos mesmos personagens de sempre aboletados que estão nas cadeiras confortáveis do congresso nacional e colocados que foram lá com o meu e com o teu voto estimado leitor.
Falo da reforma política. Não uma reforma qualquer, mas uma reforma séria e profunda.
Sem ela, é como malhar com ferro frio como dizia minha mãezinha D. Lélia, pois continuaremos amargando um parlamento tolerante, leis anacrônicas, retrocessos políticos e econômicos, a empurrar o país para o abismo, para o atraso e para o caos.
A reforma política e a mãe de todas as reformas posto que com ela poderemos nos libertar das amarras de partidos caça níquel, de parlamentares medíocres, de gestores despreparados e de agentes públicos inoperantes e corruptos.
Uma reforma política séria traria consigo igualmente a reforma dos demais poderes da República, renovando o judiciário, enquadrando o Ministério Público, colocando para trabalhar com honestidade os organismos de controle social e fiscalizadores dos gastos públicos, entre outras moralizações.
Mas, para que haja reforma política, é condicionante que se eleja especialmente para os parlamentos, homens e mulheres de bem, honrados e comprometidos com a coisa pública, com o bem estar do povo e com a condução de um país sem corrupção.
A largada já foi dada. O país já caminha em clima de eleição para cargos majoritários no executivo e no legislativo.
Em pouco menos de um ano, todos estaremos diante das urnas e, donos absolutos dos destinos da nação.
Dentro da nossa cabeça e na ponta dos nossos dedos, estarão a suprema decisão de escolhermos deputados, senadores, governadores e presidente da república de uma só vez.
Essa eleição, marca um momento crucial da nossa vida de cidadão posto que é a mais ampla a ocorrer na vigência de uma pandemia esta que nos trouxe momentos de muita dor, tristeza e perdas.
A pandemia causada pelo novo coronavírus, destroçou o país economicamente, impôs uma série de dificuldades sociais e sanitárias, empobreceu a população mais vulnerável, dizimou comércio, serviços e negócios  e, determinou uma nova geopolítica planetária a desafiar países e mandatários de como sair sem ou com poucas sequelas desse imbróglio.
Diante desse cenário crescem sobre cada um de nós a responsabilidade pela boa escolha de mandatários e parlamentares os quais conduzirão o país e a nação pelos próximos anos.
O que não falta são os oportunistas de sempre, os vendilhões de ilusões, os piratas dos tempos modernos, as raposas de galinheiro, os macacos de auditório e os mágicos de picadeiro e suas promessas mirabolantes, seus comportamentos inadequados e suas más companhias.
Que Deus continue sendo guia das nossas escolhas e protetor da nossa nação e nos ilumine e nos liberte de homens e mulheres maus intencionados, despreparados, mentirosos, enganadores, descomprometidos e travestidos de lobos em pele de cordeiro.
Ou votamos certo e escolhemos bem nossos representantes, ou estaremos junto com nossas escolhas erráticas conduzindo o país para o cadafalso onde se matam sonhos e onde a esperança morre de véspera.
Té logo!

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