Um acinte!

*Por Wanderley Dallas

Nesta quarta-feira, dia 20, falei no plenário da Assembleia Legislativa do Amazonas de um tema que diz respeito a todas as famílias cristãs do Brasil.

Um tema que mostra a banalização do sexo em nossa sociedade e, principalmente, a falta de controle do que nossas crianças e jovens têm acesso.

Há pouco mais de uma semana, entrou em cartaz, na cidade de Porto Alegre, uma exposição cultural realizada pelo banco Santander, com apoio do ministério da cultura.

Uma exposição que custou quase um milhão de reais e tem causado indignação entre as pessoas de bem e que lutam por uma sociedade melhor.

A exposição, que é aberta a todos os públicos, inclusive para crianças, traz quadros de extremo mau gosto e que vão contra os ensinamentos cristãos.

Olhem esses absurdos que o banco Santander chama de arte.

Quadros com cenas de orgias e homossexualismo, onde homens têm coito com outros homens, e mulheres aparecem em cenas lésbicas.

Volto a dizer, tudo isso é aberto ao público com o rótulo de arte moderna.

Não existem qualquer aviso ou cuidado com a visita de crianças na exposição.

É um verdadeiro desrespeito à sociedade cristã e às famílias.

Não bastassem as cenas de bestialidade, zoofilia e pedofilia, a exposição também brinca com a fé do nosso povo.

Um dos quadros mostra a figura de Jesus Cristo, com vários braços, como se fosse um “Deus-Indú”.

Nesse quadro, de extremo mau gosto, cada um dos braços de Jesus aparece segurando objetos, entre eles um vibrador!

Estão zombando de Cristo.

É uma afronta ao cristianismo.

E ainda dizem que isso é arte.

Em outro quadro, aparece a figura de duas crianças com as frases “criança veada” e “criança travesti”.

É um desrespeito, é um acinte à moral das nossas crianças.

Um prejuízo emocional e psicológico que ninguém conseguirá consertar.

Não consigo achar normal um quadro que aparece uma mulher transando com um porco.

Graças a esta exposição imunda, que usa o falso rótulo de arte moderna, o banco Santander perdeu mais de 100 mil clientes em dois dias.

Isso mostra que o povo brasileiro está atento e não vai deixar que essa visão doente e desequilibrada de arte contamine nossa sociedade.

 

*O autor é empresário e deputado estadual

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