Pois é, seu Galeano, “de pernas para o ar” e nessa cultura da embalagem onde se despreza o conteúdo, o funeral importa mais que o morto.
É a vida, não é?! Ninguém vai sair vivo dela mesmo!
No pirão desse chibé com farinha do Uarini e cutucando o paciente com o Novembro Azul, no auge dos meus 50 e poucos anos, a vida me pregou uma peça.
Fui ao “postinho” fazer o exame do toque e o médico me encaminhou pro HU.
Foi uma consulta/aula, tipo constrangimento, com dezenas de alunos fazendo “o bom da rua pra universidade e o bom da universidade pra rua”.
Na minha paciência blasé de monge tibetano, não consegui identificar os limites do tripé: ensino, pesquisa e extensão. Levei dedada de todos os residentes, com o olhar cirúrgico e consultivo do professor. Minha poupança que era privada, virou pública.
Pode isso, Arnaldo, pai Alberto Jorge e meu estimadinho André Trigueiro?! Mas tudo bem, tudo pela ciência e urologia.
É Penicilina de azeite e groselha na veia, meu caro Antônio Carlos de Oliveira, nesse Cruzeiro cabaré dos sertanojos!
Acho que vou agendar, no Hospital das Clínicas, uma transfusão com suco de seriguela e umbu, extravirgem.
É, meu amigo, quando o bagulho é doido e tudo fica coisado, o corpo envelhece sem sua permissão, mas a alma, só se você quiser e deixar!
Só pra contribuir mesmo, a imaginação é a metade da doença, a tranquilidade é a metade do remédio e a paciência é o começo da cura.
Já que o Louis colocou removedor de cabelo no meu shampoo e me deixou careca de saber que na liturgia em Ratanabá e no Show da Fé, trocaram de Messias, estão adorando o falso, aquele criado com Toddynho pela Rede Globo, com suas fake News, mamando no pato inflável amarelo da Paulista. O Eça Tannaz, que transformou carne em ossos, ao contrário do verdadeiro que transforma água em vinho.
Nessa lagoinha, agora tudo pode. Pode até Halloween na igreja, no bate cabelo gospel, com André Vacilão pagando de Joelma.
O efeito cloroquina com o pum do palhaço, catando papel e coquinho na rua da amargura dos que foram abandonados pelo capitão de areia. A namoradinha defenestrada!
Evangélico, patriota, cidadão de bem no bom estilo “Deus, pátria e família”, não falha.
É a micareta do Malafaia, uma festa estranha, com gente esquisita onde eu não tô legal, nem aguento mais birita!
Vadiando na América e se encontrando no Capitólio com Kitara Ravache e com aquele pessoal da QAnon da extrema-direita, para denunciar a ditadura comunista no Brasil, a turma extremista brasileira, liderada por Maligno Malte, teve o filho do Capetão, o deputado meganha amazonense, a deputada da tiara de Auschwitz, a Júlia Mamata, além de Nicole Chupetinha, do Gayer Pequi roído de Goiás e outros de relevância turva.
Maior patacoada já vista, algo mais bizarro e hilário na política recente. Foram cantar hino nacional para pneu Goodyear no Capitólio e ainda alugaram sala no anexo da ONU pra produzir fake News contra o governo Lula.
A mamata trip, com o turismo ideológico do gado country, no congresso da extrema-direita convocado pela insanidade da Guatemala. É vergonha em inglês e em português, citaram até o “renomado” filósofo Ovaso de Carvalho por lá.
Acho que a Papuda vai se transformar em P12, um parador de luxo para esses extremistas!
Já que não adianta só espantar as moscas, é bom que se diga: tem que tirar os lixos também, e jogar fora, minha querida Sandra de Sá.
Do ENEN ao ENEL e com o glossário do filósofo Omar Reco, discípulo de Olavo, Dalai paciência a todos nessa Lama extremista e nesse apagão, pois, ENEN o nome do exame o ex-juiz acerta!
O “Conje” tem déficit cognitivo agudo. É uma “colheita de provas” aguardando a cassação.
Um demo single da minha caceta e cassete, que já foi vitrola, radiola e gramofone, mas nunca “Serjo Noro” nesse álbum. Provas, não é o ponto forte desse capiau!!
Falando nisso, eu queria saber se Washington Quaquá tá mandando ou obedecendo nessa cumplicidade e simbiose com Pazuello. Ou será que ele só tá fazendo um estágio para aprender logística com o milico, meu caro João Pedro?
Com o petricor, Adélia Prado continua fazendo um job na rádio daquele governador Enfisema, e se, eu perder esse trem que sai agora às 7h, de Raul eu ainda consigo pegar o das 11h de Adoniran Barbosa, já que eu moro em Jaçanã e minha mãe não dorme enquanto eu não chegar.
No trem do Raul não precisa passagem nem mesmo bagagem, principalmente para aqueles iniciantes na arte da gudanzagem. Então, quem vai ficar? quem vai partir?
O trem está chegando, tá chegando na estação. É o trem das sete horas, é o último do sertão.
É, meu estimadinho Schopenhauer, você tem razão mesmo, após o homem ter posto todo sofrimento e tormento no inferno, nada restou para o céu senão o tédio.
O que seria da gente sem a vida?!
Pelos bebês prematuros e crianças de Gaza.
Viva a luta do povo palestino. EUA e Israel terroristas e assassinos!
*Apenas um rapaz latino-americano sem dinheiro no banco.
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