Tudo em nome da arte e da Globo

Por Daniel Melo*

Imagine a cena. Um ladrão entra em uma exposição, rende o público e diz: Este assalto é em nome da arte. Ridículo? Não deveria parecer para os que dizem ser a arte sempre inofensiva. Uma criança tocar em um homem nu, mesmo acompanhada da mãe, é uma cena que seria vergonha em qualquer outro espaço privado ou público. A lógica é: Você pode fazer tudo dentro de um museu ou de um salão de artes.

A poderosa rede globo, manipuladora, quer transferir para os evangélicos uma possível onde de conservadorismo que segundo ela, cresce a cada dia. Então o que dizer de muitos artistas que não concordam com o padrão global? Eles estão a serviço do conservadorismo? É proibido pensar diferente daqueles que se dizem defensores da liberdade?

Por outro lado, a globo incensa religiões que não as incomoda. Ela usa os cultos Afro para tentar demonstrar a intolerância das igrejas cristãs. É fácil usar fatos isolados para criar um clima hostil aos evangélicos. Difícil é reconhecer o quanto as organizações globo se omitiram quando os então chamados “protestantes” eram perseguidos no Brasil. Quantas campanhas existiram em defesa dos pastores e missionários que tinham suas casas apedrejadas? Quantos editoriais o jornal “o globo” publicou para defender a liberdade plena de culto naqueles sombrios anos?

A rede globo manipula conceitos e despreza os que não seguem sua cartilha. Seus principais porta-vozes, como Drauzio Varella e Pedro Bial, são implacáveis ateus. Suas novelas sempre mostram evangélicos em situações humilhantes e os programas de humor ridicularizam a fé. Não sou os que pregam um boicote a toda poderosa, mas se realmente os evangélicos usassem o pode do controle remoto, a vênus platinada e os seus artistas perderiam muito…

*O autor é pedagogo e pastor da Igreja de Deus Pentecostal do Brasil

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