Trump outra vez

A personalidade ciclotímica de Donald Trump já não é novidade pra ninguém.

Entre tarifaços, bombardeios ao Irã, ajuda à Ucrânia, sequestro e prisão do ditador Maduro, tretas com Russia e China, dois atentados contra si, guerra interna contra a justiça e a mídia podre americanas, o laranjão vai avançando e se projetando mais ainda como líder planetário.

Há quem o odeie mas há gente que o admire com o mesmo vigor e intensidade, posto que o presidente americano tem lá seus atributos de virtudes e defeitos.

Como cristão católico e conservador nutro admiração por Trump sem deixar de observar minhas criticas a certos comportamentos sociais dele no passado.

Do ponto de vista politico e como gestor da maior potência econômica, bélica e reconhecidamente democrática, Donald Trump é um homem diferenciado e até seus críticos reconhecem determinadas qualidades dele.

Nunca jamais em tempo algum os EUA se posicionaram tão enfaticamente bem no cenário geopolítico mundial como nos últimos dois anos.

Pois é aí que reside minha torcida para que Trump busque um novo mandato em que pese a Constituição americana não permita.

E não permitir penso que seja apenas um sentimento ou uma mera regra jurídico eleitoral que permeia o país americano e que pode ser alterada para o bem do povo de lá.

Particularmente eu torço para que Trump busque um terceiro mandato a fim de que ele dê prosseguimento na limpeza do terror, nas reformas geopolíticas mundiais e corrija os rumos da economia americana a fim de que a maioria dos países que dependem da saúde econômica do Tio Sam também saiam ganhado como é o caso do Brasil.

Trump foi e continua sendo duro contra a turminha da agenda Woke, contra o identitarismo tóxico, fez uma limpa nos migrantes mais elementos, deu uma reprimenda na ditadura do Maduro mantendo-o preso há meses e tem apoiado a retomada do poder pela direita em diversos países principalmente na América do Sul.

Se a economia americana não anda bem, se os EUA estão gastando horrores na guerra, se a geopolítica planetária anda em polvorosa e, se tudo isso e mais são objeto de uma avaliação ruim por parte do eleitor americano, então que o povo decida por um novo mandato ou não para Donald Trump.

Assim que funciona a liberdade democrática de uma nação.

Té logo! 

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