Desafortunadamente a imprensa brasileira atravessa seu pior e mais vergonhoso momento.
Persiste, de um modo patético, a timidez nos editoriais da grande imprensa quando o assunto são os supremos ministros do STF e a gama de podridão do governo do ex presidiário.
Nem durante os governos militares a nossa imprensa se apequenou e curvou tanto a coluna como presentemente.
As línguas de analistas e apresentadores de rádio e TV são permanentemente travadas pelos diretores e editorias, cujos pontos (aqueles fones quase imperceptíveis colocados nos ouvidos de homens e mulheres da TV) frequentemente são acionados por detrás das câmeras inibindo e até cortando comentários e análises mais afoitas ora contra o governo ora contra o STF.
Os dedos dos jornalistas nas redações da mídia escrita, falada e televisionada travaram e eles contam até nove antes de escreverem algo mais contundente contra o sistema e seus protagonistas.
É visível e porque não dizer risível o constrangimento de jornalistas e analistas políticos e econômicos de TV ao escolherem palavras e textos para falarem sobre assuntos e temas caros ao governo e principalmente aos ministros do STF. Credo!
Nota-se claramente que não há contundência nas falas, não existe rigor nas colocações e não se vê indignação nos posicionamentos dos jornalistas e âncoras. Seus rostos não franzem e as sobrancelhas não se elevam. Agem como verdadeiras múmias paralíticas.
Ao reverso, o que se percebe, são falas e comentários contidos e monitorados pelas redações e pelos diretores de jornalismo, estes que também agem de acordo com a visão e a escolha política dos donos dos meios de comunicação, pelo simples fato, de que as empresas jornalísticas estão amarradas por compromissos financeiros escusos que as tornam reféns do sistema. Oremos!
Tem um âncora de telejornal de um canal nacional de rádio e TV que até gosto da performance televisiva do rapaz, entretanto, causa-me dó ao ouvi-lo e sentir claramente que o cara segue um roteiro milimetricamente medido nas suas palavras. Ele até faz um tipo no rádio mas, na TV, age como uma fera baleada. Tadinho!
Desgraçadamente, parte do jornalismo nacional e os grandes nomes da nossa imprensa, vivem aprisionados pelos ministros do STF e pela cúpula do poder executivo porquanto, suas fontes de informação e dos furos de reportagem ocupam cadeiras na corte suprema e no poder central.
Falar mal ou criticar uma figura do centro dos poderes judicial e executivo é cair em desgraça perdendo suas mais preciosas fontes de informação. Quanta canalhice!
Essa lapada que estou dando na mídia nacional me causa certa aflição, porquanto, conheço gente séria e verdadeiramente profissional do ramo, os quais não compactuam com essa onda de insanidade e pequenez moral de um sistema que sequestrou nossa nação e seus meios de comunicação. Paciência né!
A seletividade de temas, de pessoas e de situações que devem merecer maior ou melhor cobertura da mídia é um escândalo!
Se é contra a direita e seus apoiadores ou lideranças, tudo pode ser noticiado e se possível carregando nas tintas vermelhas sem deixar margem para as dúvidas. As machetes e chamadas são escandalosas!
Se se trata de notícia contra o governo, ministros do STF e instituições públicas aí o cuidado é total e tudo passa por uma severa peneira no que pode e o que não pode ser dito ou publicado. Paciência né!
As palavras fascistas, misóginos, corruptos, ladrões, bandidos, terroristas, genocidas, etc. repetidas exaustivamente contra membros da direita, são substituídas por desconforto, desconfiança, suspeitas, dúvidas, resvalo, desatenção, etc. quando se trata de noticiar sobre os escândalos desse desgoverno.
Tudo isso causa asco no cidadão de bem deste país que assiste estatelado a toda essa podridão de uma mídia covarde e venal.O governo Lula iniciou e continua mergulhado em escândalos de corrupção, em desastre econômico, em dependência total do STF, em gastos com emendas parlamentares, em baixos níveis sociais e gastando demais dia após dia com propaganda enganosa e com compra de espaços na boca, nos dedos e nos ouvidos de quem deveria divulgar apenas a verdade. Misericórdia!
E para piorar de vez esse estado de coisas que o mundo civilizado vê com perplexidade, além da falta de autocrítica e autocontenção no STF, sobram na imprensa brasileira vozes inaudíveis ou quase sussurros de parte de um jornalismo frouxo, sem talento e sem credibilidade a desonrar o diploma. Vôte!
Não dá pra conceber, não é razoável aceitar e tampouco calar-se ou apenas contemplar que homens e mulheres regiamente bem pagos(talvez até recebam para agir como agem) continuem a comprometer o bom nome de uma categoria essencial à democracia mas que foram sequestrados pelo sistema que manda e desmanda no país. Até quando?
Sou forçado a reconhecer que há alguns escrivinhadores quase arrependidos porquanto, depois de muito defenderam o STF dizendo que a instituição salvou a democracia, agora, passam a desdizer seus textos num ensaio tímido e nada crível. Tarde demais!
Té logo!
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