Tolerar não é concordar

Ao criticar o Papa Leão, chamando-o de fraco, o presidente Trump se aproximou da leviandade, porque o Papa é o chefe da Igreja Católica que tem por dever solicitar a paz no mundo, condenando as guerras. Giorgia Meloni considerou inaceitáveis as palavras de Trump e o presidente do Irã afirmou que “a profanação de Jesus, profeta da paz e da fraternidade, não é aceitável por nenhuma pessoa livre”. Toda comunidade católica está consternada, até porque o Papa não é político, mas um servo do Senhor. Chamá-lo de “fraco” beira a imaturidade, principalmente para um chefe de nação.

Assim, a imoralidade continua em alta na casa da barganha, onde os interesses inescrupulosos estão acima dos objetivos do povo brasileiro, como foi o caso do comportamento do senador que substituiu Sergio Moro (PL-PR) para colocar Beto Faro (PT-PA) na função de relator da CPI do “Crime Organizado” ― para votar a favor do governo. As eleições estão chegando, vamos acordar, povo brasileiro!

Todos sabemos: “tolerar não é concordar, nem simpatizar, mas suportar aquilo que se rejeita”, conforme teoria clássica. A intolerância só surgirá como dever moral, devido ao fim da afinidade. No cenário político, a intolerância nunca desaparecerá, uma vez que nasce com o ser humano, onde a falta de conhecimento das causas de cada fato ou momento político conduz ao comportamento pouco recomendável. Na política, existe um alvo ou vários pontos divergentes, contudo o aspecto moral decorrente da formação de cada ser prevalece sobre os motivos individuais.

O presidente Lula, aliado de Moraes, largou sua mão, isso ficou claro quando afirmou “se quer ficar milionário, não pode ser ministro da Suprema Corte”. Criticar esse ou aquele presidente de uma nação não é só um dever, mas reflexo de uma postura independente que gera o ônus de se defender embasado na verdade. Quem não quer ser criticado que não assuma cargo público!!!

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