As hordas petistas e suas franjas ultraesquerdistas não cansam de enxergar o universo de um modo paralelo.
As contradições do Petê e suas gangs não se configuram em nenhuma novidade ou causam zero de surpresa em se tratando de manter um discurso coerente quando a realidade os confronta.
São uma gente sem o menor escrúpulo e, suas idiossincrasias políticas, vão muito além de uma debilidade moral pois, ultrapassam em muito a linha da razão e de uma visão adequada da realidade fática.
Mas eles não estão nem aí se alguém os crítica ou os adverte porquanto, as linhagens petistas e esquerdopatas, vivem num e para um mundo dominado pela insensibilidade humana ou sustentado por um discurso absolutamente repetitivo e ultrapassado.
Para essa gente, lutar por um direito ou brigar por uma causa, significa matar, estuprar, depredar, destruir e expropriar coisas e dominar territórios. São uns libertários do nada.
Não faz muito tempo, em plena pandemia, as gangs petistas adjetivaram o ex presidente Bolsonaro de genocida, nazista, fascista, racista, homofóbico e misógino entre outras falsas e graves acusações.
Muito recentemente, as hordas petistas incendiadas pela mídia engajada e parcial, encheram os discursos e as manchetes, denominando de terroristas, homens, mulheres, jovens e idosos os quais fizeram manifestações absolutamente legais e democráticas em frente aos quartéis e nas praças públicas.
Mas, como Deus é Pai e não padrasto, bastou que o eterno conflito entre judeus e palestinos recrudescesse, para que a realidade paralela na qual vive as esquerdas viesse à tona.
Aqui não me cabe entrar no mérito das motivações(se é que elas existem) para que um bando de mais de dois mil militantes da causa(?)palestina invadissem o lado judeu.
Também não me é de todo prudente, adentrar nas questões geopolíticas, religiosas, morais e territoriais que circunscrevem os conflitos. Esse artigo não tem a pretensão de tratar disso.
Mas não posso deixar de meter o meu bedelho quando, de um modo vergonhosamente diferente e absurdamente incoerente, as facções esquerdistas aliadas à mídia ativista, escolhem a dedo palavras e frases para descrever ao seu modo o que está ocorrendo no Oriente Médio.
As atrocidades são chamadas de eventos lamentáveis; os terroristas são denominados insurgentes; os estupros de mulheres e mortes de crianças são relativizados; a matança indiscriminada de civis inocentes e a destruição do patrimônio são tratados como efeitos adversos. Misericórdia!Copio aqui parte de um artigo do jornalista Adriles Jorge que define com precisão o que estamos assistindo:”
A própria guerra de Israel contra o Hamas começa a solidificar essa desconfiança. Como sustentar a prisão de uma senhora de 70 anos a quase vinte anos de cadeia, chamada de terrorista pela mídia e pelo Judiciário, por ter invadido o Congresso, enquanto monstros que degolam bebês, estupram mulheres e queimam famílias inteiras recebem do Supremo e do Executivo um silêncio ensurdecedor? Pessoas nas redes sociais explodem em declarações antissemitas contra judeus, com piadas infames e nazistas e nada lhes acontece. Enquanto isso, postagens, páginas inteiras e pessoas são censuradas – e até presas – por meras declarações de desconfiança da Justiça Eleitoral brasileira.
O presidente ex condenado levou duas semanas contadas para chamar de terroristas os assassinos do Hamas.
O ex presidiário ainda mediu milimetricamente as palavras para fazer um discurso dúbio, medroso e enfadonho colocando Israel também como culpado e assumindo uma visão caolha e um pensamento totalmente desfocado dos fatos. Lula sendo Lula!
Na ONU, onde atualmente o Brasil coordena o Conselho de Segurança, a diplomacia brasileira pisa em ovos para condenar os ataques, apresentando uma declaração em que mais defende os terroristas do Hamas e quase condena Israel pela autodefesa de seu território e da sua gente.
Por aqui, partidos da esquerda e ultraesquerda foram para as ruas apoiar o terrorismo palestino e assumir um discurso de ódio contra judeus, o que demonstra bem em que planeta ou em que realidade paralela vive essa gente sem escrúpulos morais.
Fato é que Petê, Lula, partidos de extrema esquerda e entidades ultraesquerdistas no Brasil, sempre tiveram dificuldades em condenar ditadores sanguinários como
Maduro, Evo, Ortega e uma penca de outros encastelados há décadas no poder em países africanos e até os falecidos Chaves, Fidel, Mugabe, Kadafi, etc.
Nunca foi da índole esquerdista confrontar os verdadeiros genocidas ou condenar as atrocidades cometidas em países e governos sanguinários os quais irrigam seus partidos e financiam suas campanhas.
E não custa nada traçar um paralelo verdadeiro entre essas realidades morais e imorais questionando essa gente: Qual o critério?
Aqui, patriotas foram tachados de terroristas. O Hamas é ou não um grupo terrorista?
O STF julgou alguns patriotas como verdadeiros terroristas. O MST é um movimento terrorista?
O PT, o PSOL, o PSTU e o PC do B por defenderem pautas que atentam contra a lei e a ordem e por apoiarem as invasões de propriedades, as drogas e o aborto, são agremiações terroristas?
Qual o critério? Só vale se for contra os outros? Faça o que eu digo mas não faça o que eu faço?
Paro por aqui e nem precisa que os esquerdopatas respondam a estas indagações porquanto, o Petê já soltou um manifesto sem pé nem cabeça em que, para o partido, as vítimas são as culpadas e os terroristas do Hamas apenas estão agindo em defesa das suas pautas políticas e do seu povo. Credo!
Té logo!
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