Uma grande caçada ocorreu desde ontem, quando o policial civil Luciano Carvalho Sena foi morto em confronto com criminosos no Prosamim do bairro Alvorada, zona Oeste de Manaus. Três pessoas envolvidas na ocorrência foram presas e o principal acusado, Rafael Pereira Freitas foi localizado na comunidade Novo Remanso, em Itacoatiara, aonde procurou um posto de saúde para ser atendido depois de levar um tiro nas costas. Segundo a Polícia, ele recebeu os policiais a tiros e acabou sendo abatido.
A morte do investigador Luciano Carvalho Sena, da Delegacia Especializada em Repressão ao Narcotráfico (Denarc), desencadeou uma grande mobilização das forças de segurança em Manaus. Enquanto familiares, amigos se despediam do policial durante a saída do corpo do Instituto Médico Legal (IML), equipes da Polícia Civil, Polícia Militar e da Secretaria de Estado de Segurança Pública espalharam efetivos por diversos pontos da capital para localizar Rafael Pereira Freitas e Mayara Silva da Silva, apontados pela investigação como envolvidos no ataque que terminou com a morte do agente.
Ela foi presa em Manaus, suspeita de envolvimento no confronto, assim como sua irmã, investigada por supostamente vigiar cerca de uma tonelada de drogas, e um homem detido logo após a troca de tiros.
Cabo preso
As forças de segurança prenderam, nesta sexta-feira, o cabo da Polícia Militar Bruno Everson Pinto dos Santos, apontado como suspeito de envolvimento no assassinato do investigador da Polícia Civil Luciano, lotado no Departamento de Investigação sobre Narcóticos (DENARC), em Manaus.
De acordo com as investigações, o veículo utilizado pelos criminosos durante a ação criminosa pertence ao policial militar, fato que reforçou os indícios e resultou na prisão do suspeito.
A Polícia Civil informou que as investigações continuam para esclarecer toda a dinâmica do crime, identificar outros possíveis envolvidos e responsabilizar todos os participantes.
As autoridades também reforçam que qualquer informação que possa contribuir com o caso pode ser repassada de forma anônima por meio dos canais oficiais de denúncia.
O caso segue sob investigação e novas informações poderão ser divulgadas conforme o avanço das diligência.
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