Tempo de pacificar

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Estamos vivendo em uma verdadeira guerra. Guerra contra um vírus que assola o mundo. Guerra que está a dizimar milhares de pessoas na face da terra. Não importa a que ideologia pertencemos, o que importa é lutarmos para que esta praga logo cesse, e voltemos aos dias de normalidade.

Portanto, em meio a guerra contra o vírus, precisamos pacificar os nossos corações. Não é hora de buscar culpados. Acusar quem quer que seja. Não é hora de criar pânico, mas também não é hora de minimizar os efeitos deste mal devastador, cujas consequências no Brasil ainda estão por vir!

É hora de união nacional! Todos os poderes juntos em prol da saúde do nosso povo. É hora de esquecer a politicagem, não de pensar em eleições, mas em gerações. Não é de direita ou esquerda, é hora de centralizar a atenção para a sobrevivência de nossa população. Vamos conjugar forças e recursos, vamos priorizar a vida e esquecer nossas diferenças!

O que importa agora se sou rico ou pobre? O que importa se sou feio ou bonito? O que importa o partido político a que pertenço? O que importa é o ser humano, o meu irmão, os idosos, os doentes crônicos, as crianças. O que importa são os desassistidos, os que moram aglomerados ou os que moram nas ruas. Quem há de socorre-los? Quem há de ampara-los?

É hora de pacificar. Ainda que não possamos dar as mãos fisicamente, que as enlacemos de forma simbólicas. Não é hora de discursões inúteis nas redes sociais, quando muitos se enchem de razão. Em uma hora de crise só há uma razão a razão do amor que nos une.

Vamos nos unir em oração, em solidariedade. É tempo de pacificar!

*O autor é pedagogo e pastor da Igreja de Deus Pentecostal do Brasil

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