“Vou VOTAR na primavera
E era tudo o que eu queria
Levo terra nova daqui (…)”
Com esse ‘vira virou’ ortográfico de Kleiton e Kledir, ninguém segura o leme nessa nave incandescente, minha quirida, Maria Mestrinho.
Entre “acabaxi”, “tefelone” e “cerjeva”, o necessário é saber Votar, estimadinha!
Começando o agosto anil, todos contra o imbecil. O inteligente e racional é não votar em vereadores e prefeitos que apoiam Bolsonaro.
Esse negócio de escolher vereador que passa pano para o miliciano inelegível que continua inelegível, não é comigo.
Com homenagem também à combativa militância dos tribuneiros; Selma Baçal, Sandro, Dr. Ederval, Antônio Levino, Miguel Progênio, Assunção, Calixto, Emanuel, Pinto, Sávio e Júlio Salas, só me resta votar nessas eleições para vereador, nos dois turnos, em Félix Valóis e Guto Rodrigues, já que não temos mais a saudosa Mulher de Branco, Borbosão e Botinele (pau neles) e muito menos o “carrapeta” J.Aquino, com sua “Dançarina”.
Valóis e Guto representam a antítese dessa marcha fúnebre neofascista em curso, são os “últimos biribás”, com alusão a bela obra do estimadinho Odenildo Sena, eterno algoz dos “dominozeiros” da cantina do ICHL.
Como os dois estão em empate técnico nas pesquisas, vou votar nos dois, um no primeiro turno e o outro no segundo, claro que decidindo no “pedra, papel, tesoura”.
Nessa vibe vintage eleitoral e motivacional, tipo coach e Augusto Cury, se você, por alguma razão, acordou, tá triste e não sabe o que fazer, te abraça com um sapato, mas um sapato com sola, estimadinho, tá ligado!
Te manca que eu já fui “galeroso” do Ruy Araújo e também gerente de bar na rua Itamaracá e no Remulos, CEO de Cafetão.
Continuo com o nome na lista das páginas amarelas da Listel e não tem SPC e Serasa que dá jeito.
Agora “pogredi”, sou CEO de MEI de escola de datilografia, mas com o miserê, tô pagando meus pecados parcelados no PIX.
Precisamos sempre, “olhar o espelho na penteadeira para enxergar a alma.
Espelho, quem sou eu?
Eu tive que me despedir de mim, para poder me encontrar.
Logo que me fui, confesso que senti saudade de mim (…)”
Verso do talentoso poeta amazonense Zeca Cyrino (da Faced) no seu poema “Espelho Meu”.
Fui educado com a dor. Logo, logo faço como Belchior e abro as portas que dão pro sertão da minha solidão e chego aí, na minha quebrada.
DEPOIMENTO DE UM DROGADO
Comecei experimentando o PSDB e logo passei para ideologias mais pesadas. Depois entrei no MBL, virei coxinha, e fiquei viciado nos livros do Olavão. Daí pra frente me afundei no fascismo. Quando cheguei ao fundo do poço, já estava votando no Bolsonaro.
P.S.: E a imprensa brasileira que tem fetiche pela Venezuela?!
A Globo, sim, é amante de GOLPE. Ficha corrida da Vênus Platinada é longa!
Hilde Angel, 247, DCM, Revista Fórum, ICL sim, fazem jornalismo de verdade!
*Apenas um rapaz latino-americano sem dinheiro no banco.
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