Rolam as pedras

O presidente tem suas lives diárias em constante queda de audiência,  algo que nem de perto é uma novidade — todos  sabem que sua popularidade vem despencando ladeira abaixo — um dos termômetros são as vaias recebidas nas cidades por onde passa; é constantemente tratado com adjetivos carinhosos pela população: “ladrão, corrupto e cachaceiro”. Por isso, visitou mais países do que  estados brasileiros em dez meses de governo. O presidente fez 25 viagens internacionais, enquanto esteve em apenas 15 estados, onde sempre ouve o grito; “Lula, ladrão, seu lugar é na prisão”.

Dizem os mais ousados que mentir e enganar os pobres faz parte de seu cardápio  diário,  há décadas. Andam dizendo que  o presidente é simpatizante do Hamas, ao enviar alimentos em aviões da FAB para aquela região.

Há vozes  que dizem que o presidente é antipatriota, há outras vozes afirmando que integra “um esquema  para subtrair os cofres públicos”; há outras vozes acusando-o de que está envolvido nas mortes de Toninho do PT e Celso Daniel e ainda, na tentativa de eliminar o Palocci.

Será que o presidente Lula entende sobre economia, ou será que  presta um desserviço à Nação? Pois, nem sabe o que é “atingir déficit zero”. Após suas indigestas manifestações, o dólar rompeu o patamar dos R$ 5 reais, a bolsa caiu e os juros futuros dispararam. Haddad saiu derrotado, juntamente com os trabalhadores pobres, aqueles que o presidente alega defender, mas os ignora. E, quando o “caldo” fica grosso, usa sua acompanhante  de aluguel que, dependendo das circunstâncias, pode aparecer como a Janja ou a Canja, raramente, a Esbanja. Será a nova garota propaganda do chocolate Bis?

Pobre nação brasileira, sem direção e sem credibilidade, um dos motivos, certamente, é pela sala de assessoria  ao lado da sala do presidente, de onde emanam as ordens de uma deslumbrada “primeira dama”, sem nenhuma noção do seu lugar.

Já dizia o poeta Gonzaguinha que “sem o seu trabalho, o homem não tem honra e sem a sua honra se rouba, se mata”. Até quando abusarão da paciência do brasileiro.

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