Repensar

O primeiro sentido da vida é agir; o segundo é caminhar para a frente; o terceiro é enfrentar  as adversidades e o último será vencer praticando o bem; uma vez que quem não vive para servir não serve para viver. No cenário político não é assim. Como se não bastasse a ação malévola dos derrotados nas urnas que criaram o virus da destruição; ainda o povo brasileiro tem hoje uma péssima imagem do Congresso, do STF e agora do TSE. Temos hoje uma nuvem de insanos jornalistas que aliados entre si atacam um governo honesto que diariamente apresenta suas realizações positivas para o povo brasileiro.

Contudo diante do quadro pré-eleitoral o que mais chama a atenção é a vã tentativa de o ex-presidiário separar-se do PT ou de escondê-lo, como se o povo fosse tão ignorante a ponto de ter esquecido da prática dos atos de corrupção etc. LULA e o PT sempre foram farinha do mesmo saco, protagonizaram escândalos de todos os tipos e tentar omitir esse casamento indissolúvel é outra manobra torpe reflexo do suposto “caráter” que o ex-presidiário nunca teve. O eleitor precisa ser respeitado, não se admitindo o engodo, a farsa e a leviandade como meios de se referir a uma suposta pretensão de defender um Estado Democrático de Direito que os comunistas não conhecem.

Os lulopetistas protagonizaram vários escândalos: mensalão, petrolão, obras no exterior, compra e venda da refinaria Passadena etc. a ponto de os “cabeças” terem sido condenados e presos, notadamente LULA, a vergonha nacional, hoje já enterrada; embora tenha muito a explicar ao povo brasileiro, tanto que não sai às ruas e onde pensa que vai é recebido com vaias porque  a Nação não o tolera. Afinal, temos vergonha na cara, somos cristãos e patriotas; trabalhamos para crescer e fortalecer nosso setor produtivo, enquanto “eles” os traidores da pátria integram a “res” indesejável que só prestaram para assaltar os cofres da Petrobrás, do BNDES etc. Hoje o mais grave é depararmos com um Poder Judiciário como um todo que se nega  a servir com fulcro na Constituição  Federal e demais leis que se aplicam a todos indistintamente. Servir com responsabilidade não é ônus, mas dever sob pena de fraudarem o voto popular. Inadmissível que tenhamos um Judiciário ativista que decide com fulcro em suas convicções pessoais; ignorando o Estado Democrático de Direito o que é lamentavel, notadamente para os operadores do bom direito.

Repensar  um novo Poder Judiciário, especialmente no que tange ao TSE é dever de todos, até porque a lei foi feita para ser cumprida; inexistindo a figura dos “amigos do rei”, e o TSE não é um partido político muito menos um puxadinho do PT. Contudo, insistem na prática de atos  inconstitucionais, como  a recente decisão monocrática que retirara do ar o TELEGRAN; ato este perpetrado por um Ministro que para muitos “se acham DEUS, agindo manu-militare, e ficando impunes porque temos um Senado covarde. A “decisão” deixara 5568 municípios vulneráveis e todos os usuários totalmente sem comunicação. Inadmissível no direito pátrio a existência de decisão que atinja terceiros que não fizeram parte da relação  jurídica que ensejara a decisão. AGU ingressara com Medida Cautelar pedindo o fim, do bloqueio alegando que: “os consumidores/usuários de serviços de aplicativos de mensagens não podem experimentar efeitos negativos em procedimento do qual não foram partes”. Porém, o Ministro resolvera revogar seu ato…Porque?

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