O reajuste salarial dos servidores da Defensoria Pública do Estado do Amazonas (DPE-AM), inclusive os aposentados, virou objeto de polêmica na Assembleia Legislativa do Estado (ALEAM). Os beneficiados acusam o deputado Serafim Corrêa (PSB) de vetar a matéria. Ele deixa o cargo hoje, porque não conseguiu a reeleição.
O reajuste já havia sido enviado à Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam), pelo governador Wilson Lima (União Brasil) e chegou a ser votado, mas o deputado pediu embargo alegando despesas desnecessárias, não justificadas, no último dia de Sessão plenária, ainda em dezembro. Ele argumentou que a DPE-AM era um dos órgãos com mais aumento de caixa e que deveria utilizar o orçamento que já possui para atender ao povo que mais precisa. Além disso, na avaliação de Corrêa, o órgão deveria chamar novos servidores para atuarem no interior do Amazonas. O pedido, então, foi retirado de pauta.
O deputado também utiliza como justificativa o fato de que os órgãos públicos precisam atuar com mais transparência. A sociedade, de acordo com Serafim, precisa saber a real despesa de cada órgão.
A DPE-AM afirma que faz bom uso dos recursos repassados ao órgão e que mais de 50 municípios amazonenses possuem serviços da Defensoria Pública em suas sedes.
O reajuste deve voltar à pauta, já na nova Legislatura, que começa nesta quarta-feira (primeiro de fevereiro). Serafim Corrêa não estará mais na Casa.
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