Questões importantes para o país

Neste 27 de junho  o Congresso  impôs uma  derrota  ao aumento do Imposto Sobre Operações Financeiras (IOF) promovido pelo presidente Lula. Os fatos levam a crer que o presidente se sacramentou como inimigo de quem produz e gera emprego.

A derrubada indica que a tentativa de aumento de impostos sem diálogo,  indica  sinais  de deterioração política do atual governo federal. Vale lembrar que desde 1992 o Legislativo tem aprovado as medidas presidenciais. Trocando em miúdos, na história do Brasil é incomum uma derrota no Congresso. Por isso, há quem diga que esse desgoverno está morto.

Alguns ministros deste governo estão “arrancando os cabelos”  com a derrota do  IOF,  outros afirmam que a decisão é inconstitucional. O ministro Gilmar Mendes já se adiantou ao afirmar que há precedentes que permitem o questionamento. Cabe à AGU se pronunciar. Mas TACHAD já se manifestou a favor do recurso ao STF, esquecendo-se de que a ADIN ampliará o discurso da direita, acusando LULA de ter entrado no STF para aumentar impostos. Enquanto isso, o presidente Lula ignora o poder Executivo porque vive viajando com a primeira-dama e nunca procurou de fato entender questões importantes para o País. Tanto isto é verdade, que o The Economist afirma que “Lula perdeu influência fora e é impopular no Brasil”.

É lamentável que o conjunto de maldades como juros altos, sequência de impostos, instabilidade do dólar interferem no dia a dia do empresário e no bolso do trabalhador. Adaptar-se a novas tecnologias, queimar estoques ou impulsionar negócios pequenos serão atitudes momentâneas. O brasileiro é um povo criativo, tanto que é o segundo colocado no  maior mercado de “marketing de influência” do mundo, conforme estudo da Influencer Marketing Hreb.

É dever dos senadores  pensar no futuro do país e também é preciso que estejam do lado do povo, ou seja,  no desemprego, no preço do combustível e dos gêneros de primeira necessidade para aliviar o dia a dia do trabalhador brasileiro. Por isso, é urgente que tenhamos uma reforma tributária global.

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