Poderia até designar de férias essa viagem de final de ano que fiz com a família na companhia da nora, genro, netos, esposa e familiares do meu genro.
Chamo apenas de viagem, e que viagem! porque atualmente vivo em férias permanentes dada a condição de aposentado.
Fomos desta vez aos Estados Unidos da América e fizemos paragens onde havia calor, frio e extremo frio com neve; uma delícia desde que bem agasalhado e protegido dos extremos do clima.
Para início de conversa e sendo bem sincero odeio os EUA como destino de passeio.
Primeiro pela dificuldade com o idioma, depois pelos gastos em dólar tendo em vista que o custo de vida americano, que já era caro, agora está nas alturas e, por fim, pela qualidade da comida tudo muito artificial, gorduroso e ultraprocessado.
Entretanto, muito disso pode ser devidamente superado com boa vontade, uma agradável companhia, grana no bolso e bons tradutores colados na gente.
Os EUA são os EUA! e não há parâmetros com quaisquer outros países nas Américas e mesmo na Europa.
O que vi e senti neste país foram estradas e trânsito super modernas e organizado com motoristas na sua grande maioria respeitando as regras e, quem mijar fora do caco, paga na hora.
O comércio e o consumo nos EUA é um capítulo à parte. Praticamente a vida nos EUA gira em torno dos serviços e do comércio porquanto, lojas, postos de paragens, aeroportos, centros de compras e supermercados vivem permanentes lotados.
Logicamente que os EUA continuam a ser uma potência planetária em termos tecnológicos e industriais nos mais diferentes aspetos. Ali os melhores cérebros das universidades de outros países para lá se dirigem a fim de desenvolverem suas pesquisas e projetos.
Do ponto de vista do sentimento social e político, o povo americano é majoritariamente patriota, nacionalista e, gosta de demonstrar essas condições fincando sua bandeira na frente das casas. E isso precisa ser percebido e elogiado.
O atual governo comandado por Trump deu um choque de realidade em muitos setores políticos, econômicos e das relações com outros países.
Se essa postura trouxe prejuízos ou ganhos à nação americana ainda é cedo para cravar uma avaliação mais precisa.
Mas, uma coisa eu arriscaria dizer, a maioria do povo americano pode até não apoiar as medidas, entretanto, a liderança norte americana no planeta voltou a patamares elevados. América do Sul, Central e Europa que o digam.
Iniciamos a viagem pela Flórida num clima ameno e esticadas fantásticas pelas cidades vizinhas e suas atrações.
Cruzamos os EUA de leste ao norte numa viagem de mais de 1.100km cortando muitos estados e cidades até chegarmos a Chicago, uma big metrópole com seus prédios icônicos e bairros antigos totalmente preservados.
Aí a neve imperou e enfrentamos temperaturas negativas por vários dias. Mas tudo valeu a pena!
Nessa viagem inesquecível, tivemos uma experiência ímpar que foi subir atravessar a cadeia dos Montes Apalaches para chagarmos até à Carolina do Norte.
Nesse pedaço do país norte americano um antigo sonho concretizei que foi passar uns dias numa cabana de madeira típica dessa região fria(pena que não teve neve).
Uma cabana incrível, super confortável, uma paisagem de tirar o fôlego e, não posso esquecer, na companhia de gente do coração em meio a brincadeiras, muita diversão, bons papos e aquele frio que podíamos controlar com bons vinhos e sob o calor das lareiras da propriedade.
Nos passeios pelos arredores, o encontro com animais silvestres entre cervos, pássaros e esquilos.
Maravilha!
No retorno para a Flórida, passamos por Atlanta e aí tive um encontro num almoço com um amigo de infância e sua esposa que há quase uma década moram nos EUA.
Esse encontro com o Aluney e a Suely foi por demais agradável e singular porquanto, sou amigo da família há mais de seis décadas e aproveitamos o momento para reminiscências e bate papo gostoso.
Retornamos à Flórida para mais uns dias de “férias” desta feita, para que as crianças e até adultos do grupo, desfrutassem dos parques de diversão típicos dessa parte dos EUA.
Nesses espaços já estive em uma única ocasião e, para mim me bastou conhecer. Há quem goste tanto, que não basta ir à Flórida muitas vezes, é preciso ir aos parques repetidamente. Credo!
Em fim, uma viagem abençoada, prazerosa, animada e verdadeiramente incrível.
Sou eternamente grato a Deus por nos dar todas as condições para vivenciarmos e experimentarmos essas incríveis oportunidades. Amém!
Té logo!
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