Progredir

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Na política enfrentamos o caos e o povo terá de mostrar sua irresignação não só com a suposta candidatura de Moro, mas com a iminente união de ALkmin com o ex-presidiário Lula; posto que o primeiro “não rechaça ser vice de Lula”. Quem diria!!!

Contudo, mais vergonhosas serão as eleições para governador, onde o vale tudo fará cair o queixo dos que tem caráter e amor ao país. Afinal, o que o PDT tem ou tivera com o Lula? Litígio e agora amor. A bipolaridade terá futuro com Ciro Gomes sendo presidenciável? Afinal, Ciro já dissera que: “o PT fora o pior governo da história, face à corrupção ocorrida nos oito anos de Lula e a incompetência de Dilma”… Não se trata de “quem viver verá”, mas de escrúpulos; provavelmente o que poucos tiveram.

Destarte, não se pode dizer que o Brasil vive um momento onde o povo não conhece o futuro, muito menos que necessitará de auxílio para separar o joio do trigo. A unanimidade mesmo sendo chamada de “burra”, serve no cenário atual para mostrar que o eleitor analisará com os conhecimentos que possuir e com certeza reconhecerá o “status quo” atual e o mal que o STF causa às instituições, notadamente ao executivo e ao legislativo. Não irão se restringir a questões de somenos, como o valor da conta de energia elétrica, mas com certeza reconhecerá o mérito dos que trabalham, produzem e levam o progresso ao nosso imenso Brasil. Aliás, é de se registrar que o novo programa do governo Bolsonaro, dentre os investimentos que estão sendo realizados no país, o segmento alusivo às novas rodovias receberá mais de R$ 100 bilhões de reais. Bolsonaro não será reeleito porque trabalha e gera empregos numa pandemia que passa de dois anos; mas porque defende a liberdade, a família e investe na saúde e na educação. Aos derrotados nas urnas restará diminuir a arrogância e reconhecer que os tempos mudaram. Aliás, faz três anos que Haddad não vai à missa. Basta de hipocrisia porque o povo é sábio e sua vontade é soberana. Bolsonaro pensa no povo, tanto que já inicia o pagamento do auxílio Brasil, não dando satisfação às incertezas oriundas do legislativo; além de ampliar a verba para investimentos no Norte e no Nordeste.

Jamais voltaremos à época em que as liberdades deixarão de ser direitos; tão pouco viveremos num mundo onde a escola busca destruir a família e a religião; além de “professores” pretenderem ser os pais. Jamais esqueceremos da crise com que fomos lançados pelo lulopetismo. Por isso, a resposta virá nas urnas.

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