Pelo sim, pelo não…

Na vida e na politica o vai e vem das surpresas boas e desagradáveis fazem parte da jornada.

É preciso que lutemos e nos engajemos por coisas que edifiquem a alma e sustentem nossa existência a fim de que não nos tornemos apenas mais um dos filhos e filhas do Criador.

A vida passa por um treinamento constante que, no início, é acelerado porém vital, para a consolidação do nosso caráter.

Ao passar do tempo, nosso aprendizado vai se tornando lento mas com certa firmeza naquilo que nos torna cidadãos preparados para as pelejas da vida.

Lógico que essa visão nem é precisa e tampouco padrão porquanto, há muitos e muitas criaturas as quais se mantém fora da curva.

Mesmo quem foi educado e aprendeu coisas boas e edificantes pode se desviar no caminho, ao mesmo passo, em que muitos desajustados no início podem se converter em gente de bem.

Digo tudo isso para assentar que o caminhar da nossa sociedade depende e muito de homens e mulheres que foram educados e moldados para o exercício de tarefas e e atitudes para o bem de todos.

Me refiro sobre aqueles e aquelas que enveredam pela participação e pelo engajamento na política partidária e no exercício do poder ou no parlamento ou no executivo e até no judiciário.

Desafortunadamente não vejo boas perspectivas e nem alimento expectativas sadias diante do que nosso país experimenta no momento nesse campo da atuação humana.

Mentiras, desmentidos falsos, alianças espúrias, acordos reprováveis, decisões erráticas, traições e defecções, fazem parte de um cenário político cada vez mais nojento e cruel.

Numa era em que a vida, as decisões, as escolhas e até a natureza correm velozes qual raio nos céus, vejo com certa dose de desalento e frustração que muitos homens e mulheres sobre quais ombros e mentes recaem as decisões da caminhada da sociedade, estão doentes e obcecados pela vaidade, pela mentira e pela falta de caráter.

Ninguém escolhe nascer como também nenhum ser vivo é dono da sua existência pois apenas o Criador tem poder de decisão sobre a jornada da vida.

Porém, quem escolheu o exercício da atividade política tenha a absoluta certeza de que essa sua escolha depende de quem detém um outro grande poder: o poder do voto!

Como criatura de Deus, como cidadão, como eleitor somos chamados ao exercício da plena e absoluta cidadania.

Quem escolhe e põe lá é quem tem o poder de sacar das cadeiras afinal, o exercício da democracia pelo voto ocorre a cada dois anos no nosso país.

Oxalá, nós homens e mulheres de bem e no pleno exercício da cidadania, possamos escolher com convicção, fé e liberdade aqueles e aquelas que vão dirigir nossos destinos enquanto sociedade.

Pelo sim e pelo não, eu já sei em quem não votar e quem não escolher posto que luto, escrevo e vigio por um país justo socialmente, honesto politicamente, grande economicamente e livre ideologicamente.

Té logo!

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