Oficina de lambe-lambe, olha o passarinho!

Examinar o três-por-quatro da fotografia nesse retrato de Belchior, sempre genial.

Não adianta gostar de Raul e continuar com aquela velha opinião formada sobre tudo. Ainda não vi os prints dos PIX que os patriotas Zé Vaqueiro, Bronca na TV e Golias da Shopee fizeram para o Mito Inês.

Alguém viu? Ou será que já desembarcaram dessa canoa furada extremista?

Nesse feitiço da jiboia, quando o bagulho fica doido na quebrada, rejeito todas as ligações de São Paulo nesse zero onze. Falo sozinho na rua, perguntando e respondendo, em um Quiz interminável do comportamento atual, tipo Tales de Mileto.

Tá todo tempo ocupado e só cai na caixa postal, mô quiridu!

O jeito que tem é comprar um baseado no avião do tio da Damares pra carburar. No quiosque “ERVAngélio Fly”, esse não falha, é pontual.

A igreja sempre salvando a gente nessa marofa. Mas é bom pontuar, a igreja precisa ser mais hospital e menos tribunal!

Fornecedor fiel de maconha gospel na bocada, pra ver Jesus na goiabeira.Um back frutado ungido sempre é bom nessa hora, pois quando a água chega no umbigo é sinal de perigo.

Falando nisso, vou aproveitar bem esse final de semana, já que o próximo é só na semana que vem, e também porque os meus anjos da guarda estão na seção de terapia com a benzedeira.

Vou é fumar um fininho quadrangular gospel com o selo Damares, muito melhor do que aquela tulipa jamaicana.

No mês passado, antes dessa palha assada da senadora, guardei uma bituca no buraco do tijolo, mas esqueci qual foi o tijolo, não achei mais. O isqueiro também não sei onde deixei.

“Nessa bumba não ando mais, acharam um bagulho no banco de trás”. É muita neura, meu caro Piaget.

Se a ordem é “potreger e pogredir,” então sorria, você está sendo filmado, mô quiridu. Na CPMI “depedraram” até a língua portuguesa com aquele marreco, o pato rouco.

E, já que nem mesmo os carros do ovo e da pamonha passaram mais por aqui nesse bairro chinês, só deu pra comprar um filme de 24 poses na Foto Nascimento, na Limacolor tava mais caro, acho que vou é organizar uma oficina de Lambe-lambe, convidar Litaiff, Francisco Bernardis e Neto pra ser os professores, pois não sei por onde andas Antônio Iacovazzo, deve tá fazendo retratos de qualidade no firmamento com aquela teleobjetiva.

Para fazer uma boa fotografia de jardim, precisa saber o lado certo da emulsão, meu caro. Nessa placa de vidro lambida, o negativo vira positivo principalmente quando se manja, igual àquele senador que ganhou o Oscar de enganação da Swat por ser especialista em manjar rola, acostumado em participar de festa da cueca na república de Curitoba.

Ele sofreu baculejo no dia do seu aniversário, mas tudo dentro de uma lógica 3 x 4 com retratos instantâneos de lambe-lambes na identificação da PF.

Os meganhas não respeitam nem instrutor da Swat, Ratanabá tá mesmo desmoralizada. É briga de cachorro grande: PF contra SWAT, nem me meto!

O Marcos do Val fez aniversário e somos nós que ganhamos o presente, meu caro Roberto Martins!

Por aí, nessa Vila Velha, o Magno também malte, ou só carbura e Malta mesmo, igual ao Manja?

Ainda bem que temos Contarato partindo pra cima, contando os podres dos gatos e ratos que acontecem nesse Espírito Santo.

Só tenho que dizer: olha o passarinho, nessa animação da fuga das galinhas. Acho que esse senador capixaba, o manjador de pinto dos outros, é instrutor da Swat na terra plana com a sede central em Ratanabá. Swat da Shopee com distintivo vendido na 25 de Março, importado por Law Kin Chong.

Nesse lambe-lambe podcast lambe rola pode tudo, podpescar, podcaçar, podfotograr à vontade, podplantar marijuana, podveganiar, só não podevangelizar os indígenas como fez o colonizador.

Fazendo esse registro, lembrando do paturi capiau, só pra não deixar na gaveta do esquecimento, caríssimo Zé Vaqueiro Ajuricaba, no condomínio onde tinha milicianos, traficantes de armas, estelionatários e assassinos, esse marreco, o Moro, quando ministro da justiça do seu ídolo (Inês Legível), manda investigar apenas o porteiro. Modus Operandi do ex-juiz da Vara de Curitiba, na operação Shampoo a jato.

É o menu da trairagem cubana, onde prefiro o café Terra Viva com sabor democracia e Reforma Agrária do MST, servido no bar do Omar no Rio de Janeiro, com cuscuz, dançando forró e falando oxente. O café Versailles, na Flórida, tem cheiro e sabor do fascismo. Um antro do conservadorismo na América, mas se preferir outro café com sabor Sodoma e Gomorra, tipo “Família de Bem” e conservador, tem o Paris Café também. Para todos os gostos. Fica a dica!

O segredo, minha querida Alice, é rodear-se de pessoas que te façam sorrir o coração. É, então, só então, que estarás no País das Maravilhas, como diz o Chapeleiro Maluco. E Alice retribui dizendo: “a única coisa que vale a pena fazer, é o que fazemos pelos outros, amigo Chapeleiro”.

Nessa bela síntese de 3 horas pra lá de objetiva do ministro Benedito, com o avivamento coordenado por Fígaro, o gatinho do Gepeto, o bom é que a decisão do TSE tá deixando uma galera em coma induzido para acordar só em 2030.

É fio desencapado nesse “Terra Nova” da Ponta Negra que faz PIX pra miliciano, minhas estimadinhas, Francisca Ribeiro e Luciana Ramos.

É tipo aquela planta dormideira: fecha porta mariquinha ou Maria fecha porta teu pai vem bêbo.

Vou ali fazer xixi no epitáfio e na lápide do olavismo, para nunca mais germinar ramos do fascismo no Brasil.

Apenas um rapaz latino americano sem dinheiro no banco.

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