O perigo do falso cristão

“Que ninguém, ao ouvir as palavras deste juramento, se lisonjeie no seu coração, dizendo: eu terei paz, mesmo que me obstine em seguir as minhas inclinações, porque o que está saciado seria arrastado com o que tem sede”. Deuteronômio 29:19.

Mesmo entre o povo escolhido de Deus havia aqueles que preferiam trilhar seus próprios caminhos de pecado, mas que, ainda assim, declaravam viver em paz — embora já tivessem sido advertidos sobre as bênçãos e as maldições (Dt 28). Da mesma forma, o Novo Testamento também fala sobre pessoas que, dentro da igreja, afirmam possuir paz, salvação e vida eterna, mas não se importam em obedecer à vontade de Deus.

“Aquele que diz: ‘Eu o conheço’, mas não guarda os seus mandamentos, é mentiroso, e nele não está a verdade”. 1 João 2:4.

Em grande parte dos casos, essas pessoas são mestres e pregadores corrompidos, que — assim como ocorreu em Pérgamo (Ap. 2:14) — conduzem suas congregações a uma perigosa conivência com a imoralidade, o mundanismo e as falsas doutrinas. Fazem isso motivados pelo desejo de autopromoção ou por interesses financeiros.

A própria Palavra de Deus os compara aos seguidores da doutrina de Balaão, que estimulava a participação em rituais pagãos e a permissividade sexual, levando o povo escolhido a cair em pecado sob a falsa aparência de comunhão e liberdade (Números 22–24).

Juízo terrível sobrevirá sobre a esses indivíduos!

Quem possui a Cristo, NELE firme está, achará poder para o mal combater!

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