Existe um país de políticos corruptos e ministros do Supremo descompromissados com a Constituição — sentem-se deuses acima da lei. Lá, a transparência e idoneidade foram enterradas, fazendo crescer o descaramento e a indolência. Um lugar de conflitos de interesses como os dos irmãos Batistas que confessaram o delito, foram obrigados pela justiça a pagar a multa de R$ 10 bilhões — este país a justiça é aplicada somente aos pobres — , a sentença foi cancelada por um ministro chamado Dias Toffoli. Um país onde o povo sempre é o perdedor. “ O STF não é mais independente, mas ator político onde seus integrantes, quase todos, tem um único objetivo: agradar ao presidente” este trecho foi retirado do jornal Folha de S. Paulo. Este mesmo STF escolheu o lado que iria defender; ficou refém de um presidente “eleito pelas urnas manipuladas”; antes foi descondenado por esse mesmo órgão governamental . Em um tempo não muito distante, foi algoz do ex-presidente Jair Bolsonaro, declarado pelo TSE inelegível por 8 anos.
Este país “ficou de mãos vazias” e o povo “ficou a ver navios”, inclusive os que fizeram o L. O país caminha para a miséria, tanto que a “arrecadação de novembro é a segunda pior desde 1997”.
O presidente daquela nação “tem minhoca na cabeça” quando o assunto é gestão da economia, mas é “expert” em gastar o cartão corporativo. A dívida pública já beira os 90% do PIB, algo absurdo. O referido presidente é conhecido por não cumprir as promessas de campanha a ponto de ignorar seus eleitores. Os hobbies do dito presidente: gastar com viagens na companhia da primeira dama, tomar pinga com seus correligionários, contar os seus contos-da-carochinha e, principalmente, encontrar maneiras de torrar o dinheiro público. Ele se habituou a “autorizar gastos do governo”, conforme o jornalista J. R. Guzzo.
Aquele presidente desconhece os meios para produzir riqueza para o país, mas sofre de compulsão em gastar as cifras dos cofres públicos; bem como “distribuir o dinheiro do orçamento federal para pagar as emendas aos parlamentares” que votam com o bolso gordo de grana. Este presidente, desaprovou o relatório da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), depois disto, talvez, pensará nas reformas estruturais para conter a descontrolada dívida, pondo um freio a sua cegueira ilimitada.
Por fim, não há como os que vivem no “País das Promessas” serem otimistas, pois, diariamente, as notícias são desastrosas. A imprensa informou que o número de empresas em recuperação judicial cresceu 197% em um ano, conforme dados do Serasa Experian. Mas, devemos reconhecer que a nova tabela progressiva do Imposto de Renda trará a simplificação na forma de ser recolhido o tributo. Contudo, o importante é que beneficiará os trabalhadores de baixa renda, ou seja, quem receber até R$ 2.112 estará isento e deste valor até R$ 2.826,65 pagará a alíquota de 7,5%, descontando-se o valor de R$ 158,40 e assim por diante. O objetivo não é outro, senão o de tentar manter o voto e alimentar a pobreza. Otimismo neste atual governo do “País das Promessas”, nem em sonho!
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