O chupa cabra do general

Depois da “super live”, o bom mesmo é dar uma fugidinha miliciana de barco, sair pra pescar em família às cinco da manhã e alimentar os peixes com telefones celulares.

Uma ocultação de provas manjada nessa ilha deserta sem Wi-fi. É uma fuga à la Al Capone, tipo cenas de episódios dos irmãos metralhas. A arca do gado e rebanho em fuga.

O “toc toc” e o bom-dia da PF em Angra não estavam no roteiro, “Corra que a polícia vem aí “. Chupa cabra falhou!

Mas a fuga de barco, era a cena que faltava nesse roteiro de uma turma que queria sequestrar a democracia.

A taboca rachou pro lado do Carluxo. Parece que o 02, além da rosca, queimou a largada e deve ser o primeiro a dar entrada no Parador de férias da Papuda!

O programa de espionagem “chupa cabra de Israel” é uma ramagem da Abin com o Araponga miliciano e inelegível, aprontando mais uma em nome de “Deus, pátria e família”, tendo general gárgula Quasimodo de executor.

Com mais essa, acho que o que precisa para o Biruliro dar entrada no Parador de férias da Papuda é só visitar um triplex e comprar dois pedalinhos em Atibaia. Só acho, porque o resto…

“Maresia, sente a maresia
Apaga a fumaça do revólver, da pistola
Manda a fumaça do cachimbo pra cachola
Acende, puxa, prende, passa
Índio quer cachimbo, índio quer fazer fumaça
Todo mundo experimenta o cachimbo da floresta
Dizem que é do bom
Dizem que não presta
Querem proibir, querem liberar (…)”

O ano mal começou e eu já perdi três isqueiros, meu caro arrasta!

Com a lagoinha se passando por igarapé, até Teresa Cristina transborda. Muito cacau e maior toró, além de helicóptero caindo. Belô precisa resolver o “pobrema” no rio Arrudas, pra evitar que carros fiquem de bubuia e chupetinha nunca mais tenha vez nas Gerais com o voto da enxurrada!

Em algum lugar, além do arco-íris, já temos até pastor gay que odeia gay, já temos também o pessoal da Terra plana, que continua vendo o sol nascer quadrado na Papuda e Colmeia, e eu aqui tendo que pagar 800 reais de multas, se quiser fumar a perninha do grilo, aquela perninha do capeta, milagrosa.

Vai ter até drone cagueta vigiando.

É, meu caro espantalho, “eu tava aqui o tempo todo, só você não viu, agora nem adianta me procurar em outros timbres, outros risos”.

Sempre usei o dispositivo “trava na pose, que eu chamo no zoom e dou o close”. Sempre fui lenhador, mesmo sem coração, único problema é que estava muito calor dentro da fantasia de lata. Esse elmo é de lascar, mas tudo bem como diz Durango Duarte do instituto de pesquisa, tá tudo dentro da margem de erro, cinco pontos para mais, cinco pontos para menos, nessa perspectiva.

Com meu manual de instrução sendo revelado, tipo tutorial, começando a fazer o caminho inverso de Santiago de Compostela, nesse Show da Fé, o deserto é só local de passagem, nunca foi e nunca será moradia.

Cérebro, já não tenho mais nessa insanidade, então a ordem agora, é recuperar a panturrilha, nosso segundo coração. O primeiro não tem mais jeito, se lascou e safenou!

Acho que vou chamar como companhia pra essa desventura, Dorothy, Leão Medroso, Mágico, Espantalho e o Lenhador. “A parte que me toca desse latifúndio” é pedir uma nova panturrilha mesmo. Cãibras nunca mais, nessas “batatas da perna”.

“Trocando em miúdos sem fazer alarde, vou lhe deixar a medida do Bonfim”, diferente da galinha, o meu foi transformado, definitivamente em moela, nesses pertences de aves!

Feliz era o homem de lata, pois não sabia o quanto era sortudo por não ter um coração, meu caro lenhador.

No meu perfil de bruxa do norte, estou voltando pra casa, e outra vez vamos em busca de um novo cérebro, uma panturrilha e um coração.

Com um machado de lenhador na mão pra derrotar a bruxa do oeste, coragem já tenho de sobra!

“Um dia vou fazer um pedido pra uma estrela
E acordar bem além das nuvens
Onde problemas derretem como gotas de limão (…)”

Pela ordem, depois disso vou recuperar os pertences da mochila, que perdi quando me alaguei lá pelas bandas do Xiborena. Quase que o candiru me pega, mas não me pegou com nojo, não sou bestinha, nem abobado, fui discípulo, na roça, nesse tempo todo, de vô Heldomiro, passado na casca do alho. Só pra pontuar, na roça o escargot é feito de minhoca, “aquela que nós usa pra pescar”, e, ovo puxê se come com paçocada e galinha caipira, uai!

Vô Heldomiro é muito diferente, não tem nada a ver com Olavabo de Carvalho. No subsolo não tem Wi-fi, por isso o astrólogo tá tão calado, não comenta mais nada, é um silêncio sepulcral.

Ovaso de Carvalho tá num retiro espiritual, superando o tabagismo faz dois anos.

Olavabo deixou um legado, mas não deu nem descarga, ou se deu, ainda não desceu. Só acho!

Só muita sabrecada e bambu nas costas, dessa turma que espera 72 horas pelo capitão nazifascista e pela volta do “filósofo” professor astrólogo.

*Apenas um rapaz latino-americano sem dinheiro no banco.

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