O bloco que começou em um bar e se transformou no maior sucesso do Carnaval de Manaus, sem dinheiro público

O pódium da Arena da Amazônia recebeu ontem (18) a segunda edição do Bloco do Divino, pelo qual passaram mais de 20 mil pessoas que não gastaram um centavo para se divertir com nada menos que seis atrações que se apresentaram até quase o nascer do dia. Com um detalhe: nem um centavo do dinheiro público.

Os empresários Rafael Malizia e Victor Hugo começaram esta história com um pequeno bar no bairro Parque 10, zona Centro Sul de Manaus, chamado Divino. O estabelecimento cresceu rapidamente e transformou-se na melhor casa de pagode da cidade, lotando nos finais de semana.

No ano passado os dois decidiram promover a primeira edição do bloco de carnaval da casa. No dia programado para o evento um temporal desabou sobre Manaus. “Chegamos a pensar em cancelamento, mas decidimos manter e mais de sete mil pessoas apareceram para festejar com a gente”, diz Victor. A chuva só foi embora à meia noite, mas a festa foi até o dia amanhecer.

Para este ano eles convidaram as atrações Cauxi eletrizado, Pagode dos amigos, Klinger Jr., Prata filho, Forró Ideal, Na pegada e Forró do Gavião. Eles mantiveram o público animado até quase o amanhecer da quarta-feira de cinzas.

Os empresários são exemplo de sucesso sem recursos públicos. Graças à organização aos patrocinadores e a um bem montado esquema de vendas de produtos, eles conseguiram colocar a festa de pé pelo segundo ano consecutivo, fazendo frente a eventos que são realizados há décadas.

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