Cantando na Biblioteca, o livro do Sancho Gil de La Pança, está no forno da Imprensa Universitária, com a supervisão de Deco, prefácio de Hiel Levy e patrocínio da Lei Adnet, Lei Pôncio Palitus, Anjinho, Ricochete e Cocada, Show da Fé, FUNDAC (Fundação de Desenvolvimento e Apoio Comunitário) e Lei Paulo Mamulen -Gustavos.
Vou começar a vender “ervas que aliviam e acalmam”. Aguardem!
Sabe aquela música clássica de Cartola, o Mundo é um moinho, que diz assim: “em cada esquina tem uma farmácia na tua avenida, em pouco tempo não serás mais o que és”?!
Tomando água no pote e café no bule, depois das colheradas de óleo de fígado de bacalhau e das gemas de ovo com açúcar, hoje surgiu essa turma bizarra extremista.
É tipo Sazon se passando por especiarias, meu caro chef, Gerson Severo.
Só pra informar, sódio é veneno, mô quiridu, tem muita gente que continua preterindo o sal, mas temperando o miojo com Sazon, verdadeiro câncer em pó, e é por isso que se abre uma drogaria em cada esquina. Mesmo assim, a sociedade continua doente!
Pra saciar a larica eu prefiro mesmo, é moqueado na salmoura, parente, enrolado na folha de cannabis, e também, “Rock do bom, ou quem sabe, jazz. Som sobre som, bem mais, bem mais”.
Byafrando no best-seller, faça um sinal ou cante uma canção sentimental em qualquer tom, pois dentro do bombom há um licor a mais.
Carburando na “árvore ginecológica” do case de sucesso deste best-seller, encontramos o papelim, o Back e o Feedback, o popular Bequinho, tudo em família!
A vida é assim, sempre tirando leite de pedra, igual o vô Heldomiro que tinha coragem de mamar em onça. O construtor de estradas das Minas Gerais e os contos de tia Cleonice Berardinelli, na sua genialidade literária, ao lado de Maria Betânia da purificação, é o verdadeiro guardador de rebanhos na beira da estrada onde o vento lá fora, só passa.
E, passando a acreditar também em pecado original, o que é muito normal e permitido nesse maniqueísmo de Santo Agostinho, onde a doutrina religiosa cristã e pagã vive uma eterna luta entre o bem e o mal.
Uma pergunta que se faz necessária, principalmente aos pastores golpistas: quem eram as amiguinhas devassas de Adão que provocavam ciúmes, tirando o sono de Eva, ou será que a cobra fumou mesmo um back frutado e um gudang vencido nesse vape da criação?
Falando nisso, já que também “andei rezando para tótens e Jesus e Jamais olhei pro céu”, durante a pandemia o vírus provou que os vermes não curam ninguém. Malafaias, soares, câmaras, macedos e felicianos estão em baixa mesmo!
Gandhi tem razão, mô quiridu: “Deus não tem religião“.
Reconhecer a dívida histórica com os ancestrais, povos originários…isso nem pensar! É o ápice do negacionismo.
Nesse novo cais do Valongo, os que foram deixados à margem, escravizados, discriminados, durante muito tempo por uma sociedade escravocrata, elitista, estão apenas querendo reparação, espaço e igualdade. Imagina se eles quisessem vingança, hoje representam a maioria.
O bom é pedir ajuda ao estimado amigo Xɛ́byosɔnɔ̀ Ọba Méjì Alberto Jorge, direto do Alto do Morro do Bode, no Batuque da Mãe Esther, com seu Candomblé, Umbanda, Quimbanda, Terecô e Catimbó. Macumbe-se, meu quiridu, ou então, faça como o mequetrefe, agende mais uma cirurgia, agora para mudança de sexo, para postergar ou se livrar do xaxado!
É muito pacu, curimatã e mapará no candiru dos outros, se fingindo de baiacu nesse bodozal fascista, que discrimina as religiões de matriz africana.
Nessa seção de bruxedo com sete pedras na encruzilhada das cavernas, quem é você pra derramar meu mungunzá?, como diz Flávio José.
Para Freud, a cura não vem do esquecer, mas do lembrar sem sentir dor.
É um processo, meu caro Kafka!
O que acaba com meu dia é a noite, só que eu sei também que, quando fica mais escuro na madrugada é porque já tá para clarear o dia.
Só pra contextualizar, desde 1473 (ano em que devemos defender o Marco temporal), Nicolau Copérnico nos ensinou que a terra gira em torno do sol e não de você, seu mazanza. Tá ligado!
Nosso poeta maior, camarada Neruda, parça de Thiago de Melo, nos dizia na sua Isla Negra: “você pode cortar todas as flores, mas não pode impedir a chegada da primavera”. Já chegou e veio quente.
Por cá, as cinco pedras no sapatênis do David (o bolsonarista raiz que derrubou o Golias do castelinho no Sou Manaus), são atiradas pelas jornalistas Any Margareth, irmã Cynthia Blink e pelo vereador Rodrigo Guedes (bucheiro como Alberto Jorge).
Sem oposição definida e atuante, já não se faz PCdoB e PT como antigamente, no Amazonas. Hoje, a oposição é assim, nesse naipe!!
Só pra lembrar as classes oprimidas, a democracia, é como o tempo, não pode viver sem as tempestades, como diz Luiz Gama e os velhos embates no Distrito Industrial protagonizados por Elson Melo, Dora Guedes, Edilon Queiroz, Joaquim Lucena, Miguel Progênio, Ricardo Moraes e companhia.
Velhos tempos, belos dias!
*Apenas um rapaz latino americano sem dinheiro no banco.
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