O lide é: picanha barata atrapalha jejum de Malafaia, e Dino acaba sendo aprovado para ministro da Suprema Corte. Fiéis desconfiam que ele estava comendo escondido. Tá ligado?!
É vish em cima de eita, nessa química do mal de Breaking Bad, com creatina sabor baunilha. A falsa bondade do patriota e cidadão de bem, é o lado mais sombrio da maldade e da trambicagem dessa turma “Deus, pátria, família e hipocrisia”.
Na mesma semana, pra fechar o ano da insanidade, vimos cidadão de bem ensinando como vilipendiar cadáver, outro agredindo a esposa e um terceiro recebendo baculejo por associação ao tráfico de crack, o coach bolsonarista bombadão do pó.
O Indulto de Natal pra gadaiada é Dino no STF. Como diz aquele filósofo do sindicato dos metalúrgicos do ABC, que indicou o terrivelmente comunista; “chupa que a cana é doce meu filho!”
Visitando o laboratório com Biruliro, participando do PodCrack ao vivo e isentando o imposto para ajudar o amigo. A gincana da creatina misteriosa do Cariani é tipo aquela do Tom: “é pó, é pedra, é o fim do caminho.”
Acho que o Troféu de Crack do Jogo deve ser entregue para o mequetrefe que teve o CPF cancelado no TSE, o inelegível que fez propaganda do Whey Protein com fitness lucrando milhões. Esse em breve deve passar a usar um Wi-Fi na canela como prêmio. O cara morre e não ver tudo, nessa vida!
Dussek já dizia:
“Barrados no baile, oh, oh
Tentaram argumentar somos chiques
Ele de leve sugeriu um trambique
Lhe deram uma bofetada
Pensando que a finesse não importa (…)”
Na Argentina, não sei, só sei que foi assim! O Mito não fez a foto oficial, nem mesmo um binóculo em Caminito.
Com o “viva la Libertad, carajo”, o Bozo genérico de lá, ameaça com repressão severa, os manifestantes que bloquearem as ruas, e suas primeiras medidas são: o fim dos subsídios nos transportes (de 70 pesos irá subir para 1.000) e o fim dos subsídios aos produtos de alimentação. Um pacote de macarrão, por exemplo, que custava 400 subiu para 1.200 pesos já na primeira semana.
Do lado de cá: viva la ciencia, carajo!
A ciência não para de evoluir. Com essa bula, já em fevereiro, depois do carnaval, será prescrito aos patriotas extremistas um lote de XANDOL e DINOTRIL, do laboratório Triplex Nine, para uso diário, além de supositório de Itu, a ser trocado de 8 em 8 horas. Não desaparecendo os sintomas, interne o paciente extremista na Papuda.
É a medicação “Amansa boi”. Cumpra-se!
Falando nisso, o bagulho está doido mesmo!
Fiz o exame toxicológico no laboratório com a Ana e a Catarina e fui reprovado, pelo conjunto da obra, pois escrevo muito sobre bagulho, fininhos e “otras cositas mas”. Também, pra testemunhar no exame, chamaram o delegado Elói, o Azevedo, aquele mesmo que prendeu o Gil por fumar um fininho no hotel. Pode?!
E agora, como vou tirar minha carta? Acho que vou escrever uma carta pro Arrasta ou pro Bob, o Patriota e o Marley pra reclamar disso.
Nem um fininho on-line é permitido mais!
Como diz uma amiga doutora em química pela Unicamp e professora da Ufam, “a vida é como uma toalha de banho, o lado que você passa na bunda hoje, pode passar na sua cara amanhã”, simples assim!
Vou ali no mercado, na frutaria John Lemon, pra ver se consigo fazer uma limonada com esse limão Dulce. Mas, só um reparo: nunca fugi das minhas tempestades, fiquei pra lavar a alma e de chuva em chuva, vou aprendendo a ser sol.
Um dia eu peguei um Uber a noite na frente de um cemitério e na primeira curva que passamos, falei pro motorista: “vai devagar, pois foi aí que eu morri”. O Uber parou e mandou eu descer… não sabe nem brincar!
Ô miliciano, te manca que eu já fui galeroso da 13 de maio na Colônia e também tribuneiro, só não fui da escola de Jamiles, Jandelson, Iranzinho, Delcinei, Miguelzinho, Júlio Salas, Josivaldo e Raifran, mas vendi muita Tribuna Operária, e hoje com o peso do piano e mochila nas costas nessa mato terapia, a trilha, o caminho é o que mais importa e não a chegada. Já dizia o professor Eulavo, o Carvalho, coloco pra enxugar e depois centrifugo, na disciplina Terra Plana.
Nesse empreendedorismo, o negócio de nuggets, vai flopar porque as galinhas sabedoras disso, não vão mais querer fugir, e, sim, invadir a fábrica, mô quiridu.
O resto é Fuga das Galinhas 2, onde a Sra. Tweedy, vilã e sósia do Reginald Smith, abandona a máquina de fazer tortas e se recicla com os nuggets.
Galo forrozeiro e a galinha feliz, gente obtusa mesmo.
Agora é assim: Galos, noites e quintais.
O único problema que persiste é que as cercas não cercam só as granjas, elas também estão aqui, em suas mentes.
Alguém viu essa galinha por aí?
Mano, se o sertanejo é universitário, o rock é PHD. Nesse baixo, bateria e guitarra raiz do Pink Freud e Olhos Imaculados, onde “Dependência Completa” de Célio Cruz e Sérgio Souto, seduz e é constelação de candeias e porongas líricas.
Como registro, assistimos na semana anterior, com pesar, a partida de um gênio, Carlos Lyra, um dos fundadores em 1961 do Centro Popular de Cultura da UNE (CPC), do qual foi diretor musical. Participante ativo de festivais universitários. Carlos Lyra, além de centenas de belíssimas canções, ainda compôs com Vinícius o “Hino da UNE”.
“(…) De pé a jovem guarda
A classe estudantil
Sempre na vanguarda
Trabalha pelo Brasil
A nossa mensagem de coragem
É que traz um canto de esperança
Num Brasil em paz
A UNE reúne futuro e tradição
A UNE, a UNE, a UNE é união
A UNE, a UNE, a UNE somos nós
A UNE, a UNE, a UNE é nossa voz.”
*Apenas um rapaz latino-americano sem dinheiro no banco.
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