No espetáculo da política em que os políticos se apresentam, misturando-se entre eles, numa busca desenfreada por obterem vantagens ― jamais o povo será lembrado. A população é usada como “massa de manobra”; enganada e relegada aos desencantos da vida. Diante de um governo que desconhece seus encargos e deveres como o cumprimento da meta fiscal ― esperar que vá colocar o fim nas queimadas é sonhar e nunca acordar. Os culpados vão surgindo. Mas esperar que o IBAMA fosse acusado de colocar fogo na área indígena é fato abominável. Porém, de forma inusitada, “General demitido do INCRA, diz que o governo está cheio de organizações criminosas”. Sinceramente, manifestar-se após e com o bolso cheio não enobrece; só desmerece. O que dizer da apreensão de quase duas toneladas de maconha em caminhão dos Correios?
E, na política do vale-tudo em que a luta pela liberdade deveria ficar acima dos interesses individuais, deparamos com a campanha para que o eleitor não vote em candidatos do PSD por ser o partido que bloqueia o impeachment do Ministro Moraes ― sustentando a ditadura que o povo sente na alma. Por isso, “não vote no candidato do 55”. A defesa da democracia está acima dos interesses individuais ― o povo é esquecido, abandonado e pisado; porém lembrado agora pelos oportunistas de forma sórdida.
Hoje, distorcem a inexistente democracia que nada tem a ver com a vigente ditadura imposta pelas decisões monocráticas emanadas por “Ministro”. Podemos estar vivendo um “golpe em câmara lenta”, mas a vergonha fica por conta do presidente que na ONU “teve o microfone cortado”, falando para as paredes. Deveria ter sido preso!
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