Muito close pra pouca entrega

Meu caro Schopenhauer, inicia o ano e nós não estamos pensando no que temos, mas no que ainda nos falta.

O mundo não é ruim, só tá mal habitado.
“O mundo é bão, Sebastião”.

Vazou a lista do JOB dos influenciadores. Pode contratar!

Zenaide Pão de Queijo – proativa, entrega horrores, atende o combinado. Área de atuação dela é no “atacadão” do ramo varejista em Minas.

Patixa Teló – carismática, comunicativa, bela, conteúdo de excelente qualidade. Vale muita a pena contratar.

Djamblê do Mamiá – lagartixa querendo virar jacaré. Já foi casulo, agora é borboleta. Na metamorfose, rende resultados positivos. Mas tem que ficar adulando. Tem agenda muito cheia.

Marlene da Currutela – metida a besta, não entrega nada de conteúdo. Não joga nada e exige massagem dos garimpeiros. Governador deve conhecer ela!

Depois dessa lista preliminar, vamos para os nossos desesperos, gerenciar crise.

Trump dança, Micheque filma, Bolsonaro chora e Elon Musk, fuck you!

Viralatismo é isso aí, no tocante essa cuestão, tá oquei!?

Um ‘namastê’ ou ‘um paz e amor’, jamais sai assim, “quase sem querer”, mas um ‘sieg heil’ dos representantes fascistas das big techs, nesse “salve a vitória”, é sempre lembrado.

Como diz o camarada Gramsci, o velho mundo está morrendo, mas o novo demora nascer.
O problema, é que nesse hiato é que surgem os monstros.

A verdadeira luta não é contra o mundo, é contra o sistema que te engole sem nem mastigar, quiridu.

O portuga Saramago tascou; “a única maneira de liquidar o dragão é cortar-lhe a cabeça; aparar-lhe as unhas não serve de nada”.

CENOURÃO FACHO na área, se derrubar é penalty!

A barbarie sempre começa com os discursos de ódio e nisso esse Cenourão é especialista.

Extremista é assim mesmo, e a desinformação é sua arma mais letal.

No livro Os sertões, Euclides da Cunha já pontuava algo muito interessante; “Estamos condenados à civilização. Ou progredimos, ou desaparecemos”.

“Quero inventar o meu próprio pecado
Quero morrer do meu próprio veneno(….)”

No Remulo’s, Itamaracá e Cabaré da Zenaide, já fui convidado, passei na frente mas nunca entrei, no bar do Omar é outros quinhentos!

Acho que depois dessa, vou ali no bar do Omar, tirar ‘água do joelho’.

Nesse pilec homérico no mundo, na frente do espelho no banheiro do bar desse canhoto, eu digo pra mim mesmo: “caralho, eu tou muito doido, moleque”.

No espelho essa cara não é minha, meu caro Dionísio.

Só pra deixar consignado, sou discípulo dele.
Dionísio era phoda, não queria nem saber dessa frescurite de Pinot Noir, Cabernet, Carbernet Sauvignon, Malbec, Merlot, Chardonnay, Carménère, Tannat, Syrah, sabores de frutas escuras, frutas doces com mirtilo, ou saborosa como azeitona preta.
Ele rolava qualquer uva, era tipo, Sangue de Boi mesmo, Galioto, Pérgola, aquele litrão grandão. NapoLitrão Bonaparty.

Não tinha esse negócio de envelhecer em barril de carvalho, não, quiridu.
Assim era Dionísio. Dionísio era Baco!

O que importava era a esbórnia e os prazeres do vinho.

Antes de reclamar da colheita quiridu, saiba observar as leis do retorno, da verdade e do merecimento.

Na volta dos que não foram, Biruliro que não tá nem aí pra essas leis também, agora está só esperando a hora de ir, pra Papuda.

Muitos são barrados, outros, indiciados, mas poucos são INDICADOS!

A regra é clara; se tem Darim eu assisto. Agora também se aplica a Fernanda.

Viva o cinema da América Latina!

E, na luta pela Reforma Agrária, viva o MST!
“Se o campo não planta, a cidade não janta”.

*Apenas um rapaz latino-americano sem dinheiro no banco

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