Minorias estridentes

Tá chato viver no Brasil!

Não sou de passar o pano sobre quem se acha a última bolacha do pacote ainda mais se fizer parte de minorias que teimam em exigir, impor ou alegar direitos quando não fazem por merecer o lugar que lhes é de devido desde que conquistados com luta, respeito e dignidade.

Eita minorias cheias de exigências, de dengo e e de paixões desordenadas!

Elas não se conformam e não querem a livre concorrência, não aceitam as diferenças, se assanham toda contra lugares ocupados por grupos majoritários, reclamam do vocabulário tradicional e até do dicionário escorreito, vociferam contra frases e ditados arraigados no cotidiano do brasileiro, e por aí vão as descabidas cobranças por uma “igualdade” que deve ser conquistada não arrancada a fórceps.

São movidas pelo ódio e pela intolerância contra o que existiu primeiro e contra aqueles que adotam e exercem costumes e práticas seculares seja na família, na sociedade ou na nação.

De um modo silencioso porém organizado, avança na sociedade em maioria, um amedrontamento pelas práticas daqueles que tentam subverter a ordem das coisas e se manifestam por meio das mídias tradicionais e redes sociais sem lei, porquanto, sendo minorias, ganham mais espaços para manipular os meios de comunicação em favor das suas pautas identitárias.

Como produto dessa onda manipuladora, o que se tem é uma parte dos poderes embarcando na onda das minorias as quais vão ganhando espaços, não pela conquista de lutas e avanços meritórios, mas sim, pela imposição de práticas e maus costumes, aprisionando a sociedade que se vê compelida a embarcar numa onda desvirtuosa e de inversão de valores.

Tá chato viver no Brasil!

Nossa gente se sente refém desses contravalores e se apequena ante a choradeira interminável de minorias que solapam os bons consumes e espancam o tradicionalismo de uma nação que sempre foi multirracial, multiétnicae e multirreligiosa, logo, todos têm seu lugar ao sol.

Exatamente por sermos tolerantes com todos os povos que por aqui embarcaram e construíram parte da nossa identidade étnica e cultural, nem por isso sucumbimos àquilo que achávamos avançado demais ou que subvertessem a ordem natural das nossas tradições só porque os estrangeiros eram um povo culturalmente mais avançado.

Tudo agora é movido por cotas e por reserva de vagas.

As denominadas cotas raciais e cotas sociais são uma nada eloquente realidade.

Por conta desse triste cenário, muitos já aprenderam a desvirtuar as normas e alguns até ascendem na vida transgredindo as intermináveis leis que regulam esse sistema que por si só depõe contra o avanço natural das coisas. As minorias mesmas se denunciam pelas práticas irregulares para ocupar as tais cotas.

Tá chato viver no Brasil!

Querem o banheiro multiuso, querem suprimir palavras das letras das músicas antigas, querem implantar um vocabulário neutro, desejam vagas exclusivas nos concursos, lutam para receber benefícios destinados às categorias sociais tradicionais.

Como assim? Pagam impostos a mais que a maioria? Têm obrigações e direitos que vão além dos demais?

Acho que esses grupos estão vivendo no mundo do terraplanismo social e cultural e preferem as benesses às conquistas pelo esforço ou mérito próprio ou via caminho natural das coisas.

Tá chato viver no Brasil!

Se vacilarmos ou sucumbirmos a essa onda incessante e descabida de imposições sobre a tradição e os bons costumes, logo ali nos encontraremos inermes comandados por minorias políticas, sociais, religiosas, raciais e de cunho sexual, a nos imporem as idiossincrasias e perversões próprias das suas práticas cotidianas.

Oremos para que esse dia nunca nos alcance.

Té logo!

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