A Justiça Eleitoral da 62ª Zona Eleitoral de Manaus julgou improcedente a Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE) movida contra os candidatos Jaildo Oliveira (PV), José Ricardo Wendling e Jakeline de Souza, todos da Federação Brasil da Esperança (PV/PT/PCdoB), referente às eleições municipais de 2024. A acusação alegava suposta fraude à cota de gênero, mas a Justiça foi categórica: não houve qualquer irregularidade nas candidaturas.
O juiz responsável pelo caso concluiu que “o conjunto probatório não é robusto o suficiente para sustentar a configuração da fraude à cota de gênero”, e ainda destacou que “todos os candidatos cumpriram integralmente a lisura do processo transparente e legal”.
A ação alegava que a candidatura de Jakeline de Souza, também conhecida como “Lei do Povo”, teria sido lançada apenas para cumprir exigência legal de gênero. No entanto, a sentença reconheceu que a candidata teve atuação legítima durante o período eleitoral, com presença ativa nas redes sociais, defesa de pautas públicas e alinhamento ideológico com o partido.
“A verdade prevaleceu. Sempre fizemos uma campanha limpa, dentro da lei. Minha candidatura foi legítima, como sempre foi todo o meu trabalho em defesa do povo e da classe trabalhadora. Sigo com ainda mais força e fé para continuar honrando os votos que recebi nas urnas”, afirmou o vereador Jaildo Oliveira, que agora segue com tranquilidade no exercício de seu mandato.
O Ministério Público Eleitoral também se manifestou pela improcedência da ação, afirmando não ter identificado qualquer movimentação ou omissão que caracterizasse simulação ou má-fé por parte dos candidatos.
“Não aceito que tentem manchar a minha história com acusações infundadas. Sempre fui transparente, trabalhador e fiel aos princípios que me trouxeram até aqui. Estou de pé, com a consciência limpa e pronto para continuar lutando por Manaus”, completou Jaildo.
Com a sentença, a Justiça reafirma a legitimidade das candidaturas de Jaildo Oliveira, José Ricardo Wendling e Jakeline de Souza, encerrando qualquer questionamento jurídico sobre a formação da chapa proporcional do Partido Verde nas eleições de 2024.
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