A Justiça do Trabalho determinou que o Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Especiais do Estado do Amazonas (Sindespecial-AM) não entre nas áreas privadas da fábrica da Moto Honda da Amazônia, a maior do Distrito Industrial de Manaus, nem bloqueie ou dificulte a entrada e saída de trabalhadores e veículos no complexo industrial, em Manaus.
A decisão ocorreu após a Honda alegar que integrantes do sindicato, que representa motoristas de empresas terceirizadas responsáveis pelo transporte de funcionários, entraram sem autorização no parque fabril e realizaram reuniões com motoristas terceirizados.
Em caso de descumprimento, a Justiça estabeleceu multa diária de R$ 10 mil e autorizou o acionamento de força policial caso haja resistência ou necessidade de desobstrução dos portões.
A decisão não impede manifestações pacíficas nas vias públicas próximas à fábrica, desde que não haja bloqueio dos acessos ou violação de direitos de terceiros.
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