O Juiz da Comarca de Iranduba, Tulio de Oliveira Dorinho, converteu as prisões em flagrante dos vereadores Kelison Dieb (MDB) e Jackson Pinheiro (PMN) em preventivas, depois de ser convencido pelos representantes do Ministério Público do Amazonas, Leonardo Abnader, que atua no município, e Cláudio Tanajura, do Grupo de Combate ao Crime Organizado. Eles foram encaminhados para o Centro de Triagem da Secretaria de Administração Penitenciária e deverão ser encaminhados para o Centro de Detenção Provisória Masculino 2.
A audiência no Fórum de Iranduba deixou patente que as provas contra os dois parlamentares são irrefutáveis. Para piorar a situação, Dieb estava portando uma arma de fogo de fabricação caseira e Pinheiro foi flagrado tentando destruir prova, ao jogar o aparelho celular dele no vaso sanitário.
Foram apreendidos, ainda, aparelhos celulares, HDs e documentos em residências e escritórios dos suspeitos. O MPAM tem convicção de que vereadores de Iranduba (não apenas os dois) montaram uma organização criminosa que cobrava propina para votar projetos de interesse da sociedade.
Há no meio político de Iranduba um pavor com a continuidade das investigações. É certo que novas fases virão, com decisões imprevisíveis.
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